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Salmos

Resumo do Livro   por:regiletras     Autor : Diversos
ª
 
Salmos é um livro bíblico com 150 capítulos. Os textos presentes nele são considerados como orações quer no Judaísmo quer no Cristianismo, e como tal continuam a ser usados atualmente. Na Igreja Católica, os 150 salmos formam o núcleo da oração quotidiana: a chamada Liturgia das Horas, também conhecida por Ofício Divino e cuja organização remonta a S. Bento de Núrsia. A oração conhecida por rosário, com as suas 150 Ave Marias, formou-se por analogia com os 150 salmos do Ofício. Os salmos são poemas de louvor, inicialmente transmitidos através da tradição oral e cuja fixação por escrito teve lugar sobretudo através do movimento de recolha das tradições israelitas, iniciado no exílio babilônico pelo profeta Ezequiel (séculos VII-VI a.C.). Como tal, muitos destes textos serão muito anteriores, sendo bastante difícil a sua crítica do ponto de vista literário estrito. Ainda assim, tendo em conta a comparação com a literatura poética coeva do Egito, da Assíria e da Babilônia, pode-se afirmar estes poemas de Israel como um dos expoentes da poesia universal. Tal como noutras tradições culturais, também a poesia hebraica andava estreitamente associada à música. Assim, embora não seja de excluir para os salmos a possível recitação em forma de leitura, "todavia, dado o seu gênero literário, com razão são designados em hebraico pelo termo Tehillim, quer dizer, «cânticos de louvor», e em grego psalmói, ou seja, «cânticos acompanhados ao som do saltério». De fato todos os salmos possuem um certo caráter musical, que determina o modo como devem ser executados. E assim, mesmo quando o salmo é recitado sem canto, ou até individualmente ou em silêncio, a sua recitação terá de conservar este caráter musical." (Cf. Instrução Geral da Liturgia das Horas, n. 103) Esta associação dos salmos à música encontra-se bem expressa em muitos dos títulos, onde se encontram não só referências a melodias como «a corça da aurora» (e. g. Sl. 22(21)), «os lírios» (e. g. Sl. 60(59)) ou «a pomba dos terebintos longínquos» (e. g. Sl. 56(55)), mas também expressões relativas à própria execução musical, tais como "com voz de soprano" (e. g. Sl. 46(45)), «com instrumentos de corda» (e. g. Sl. 4) e «para voz grave» (e. g. Sl. 12(11)). Os salmos acabaram por constituir um hinário litúrgico para uso no templo de Jerusalém, do qual transitaram quer para a sinagoga judaica, quer para as liturgias cristãs. Variações entre as traduções. A Bíblia católica e as protestantes possuem a mesma quantia de capítulos, mas apresentam diferenças em relação a numeração dos mesmos e de seus versículos.
A bíblia católica costuma apresentar, na maioria dos salmos, um versículo de introdução, onde são atribuídas autorias e instrumentos que deveriam ser utilizados ao cantar tais textos. Essas informações estão ausentes nas bíblias protestantes. As bíblicas protestantes consideram os salmos 9 e dez da católica como um texto único e contínuo; A bíblia católica considera como salmo 146 os salmos 146 e 147 das protestantes; Existem ainda outras variações. O livro dos Salmos é dividido em 5 livros que seguem a seguir: Primeiro Livro = Salmos 1-41; Segundo Livro = Salmos 42-72; Terceiro Livro = Salmos 73-89; Quarto Livro = Salmos 90-106; Quinto Livro = Salmos 107-150. O tratamento musical dos Salmos na liturgia cristã. A história do canto do salmo na liturgia cristã corre paralela à história da liturgia, da música e das Igrejas cristãs. Após o desenvolvimento do salmo responsorial no século IV d. C., a função do salmista acaba por se transformar num ministério próprio, mais tarde incluído até no clero local. No entanto, este ministério acaba por cair em desuso com a especialização crescente dos cantores e com a instituição das [[scholae]], ao mesmo tempo que a participação do povo se reduz. Na missa, o salmo vê-se limitado a um único versículo, nas versões extraordinariamente elaboradas do gradual gregoriano, assim chamado por ser cantado dos degraus do altar. No Ofício Divino, o canto dos salmos recebe também o desvelo de gerações de compositores, que expressamente compõem algumas das obras-primas da música ocidental, em particular para o solene canto de Vésperas (e. g. Vespro della Beata Vergine Maria, de 1610, de Montoverdi, ou as Vesperae Solennes de Confessore, KV 339, de Mozart), mas onde muitas vezes, na prática, a oração cede lugar ao concerto. Na Igreja Católica, o Motu Próprio Tra le Solecitudine de 1903, de S. Pio X, exclui da liturgia os salmos "de concerto". Após o Concílio Vaticano II, é restaurado o salmo responsorial na missa, através da Instrução Geral do Missal Romano de 1969.
Publicado em: 04 setembro, 2007   
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  1. Responda   Pergunta  :    Gostaria de ter comentários sobre o salmo 138 Onisciência divina Veja tudo
Comentário Traduzir Enviar Link Imprimir
  1. 1. FAUSTO FABIO DE ARAUJO

    pista da pista

    Salmos tem tudo a ver com Samuel.

    0 Classificação sexta-feira, 18 de janeiro de 2008
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