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Shvoong Home>Sociedade E Notícias>Política>Resumo de O homem e a corrupção

O homem e a corrupção

Resumo do Artigo   por:Markes     Autor : Francisco Marques
ª
 
“Enganoso é o coração, mais do que todas as cousas, e desesperadamente corrupto, quem o conhecerá?” (Jeremias 17.9)

O texto de Jeremias deixa claro que a o engano e a corrupção fazem parte da natureza humana, conforme um trecho de Gênesis 6.7 “saiba que o pecado jaz à porta; ele deseja conquistá-lo, mas cabe a você dominá-lo”.

Segundo Aurélio Buarque, corrupção é “ação ou efeito de corromper, de fazer degenerar; depravação. Ação de seduzir por dinheiro, presentes etc., levando alguém a afastar-se da retidão; suborno”.

O combustível da corrupção é o desejo humano de levar vantagem, de obter algum ganho, benefício, da mesma forma que o interceptador é tão culpado quanto o ladrão, o corrompido é tão culpado quanto o corruptor.

O Brasil vive um momento político eleitoral e tudo ganha uma dimensão espantosa, arma de ataque de alguns para mostrar aos eleitores a retidão de uns e a falta de decoro de outros, porém para acabar com a corrupção é necessário que se tenha a exata consciência dos próprios princípios; Quando se oferecem uma gorjeta ao garçom, ao camareiro do hotel, ao flanelinha e outros, fazem-no movidos pelo desejo sincero de valorizar o bom trabalho do profissional? Ou o objetivo é ser tratado de forma diferenciada? Ou se teme que o carro, no caso do flanelinha, seja riscado, às vezes pelo próprio, e cause um prejuízo bem maior que a gorjeta?

E o tráfico de influência? O tal Q.I. (quem indica), no caso hipotético de haver três candidatos potencialmente iguais para uma determinada vaga de emprego em uma empresa privada, e havendo um vínculo qualquer de amizade de um destes candidatos com um membro importante da empresa, é muito provável que este seja o vencedor da disputa, independente de ser ou não o melhor para ocupar a vaga.

Claro que a corrupção e o tráfico de influência é algo pernicioso e que deve ser combatido, principalmente porque é o contribuinte, o pagador de impostos que é lesado, mas não basta apenas reclamar, resmungar, votar em branco ou anular o voto. Deve-se sim, re-avaliar os próprios princípios, para ver se aquilo que tanto se critica não é o que se faz no dia a dia. Analisar os projetos de cada candidato, a cada cargo eletivo bem como suas ações, sucessos e fracassos anteriores para ai sim, tomar uma decisão.

Existe o risco dele se tornar um corruptor ou ser corrompido, isto é, fazer a tal corrupção ativa ou passiva? Claro, o risco existe, pois como está escrito no livro da vida, a Bíblia, a corrupção é parte do coração humano. É importante pesquisar bem o candidato, para diminuir o risco, quando se conhece o risco a chance de errar, de fazer um mau negócio diminui muito.

Está nas mãos do eleitor fazer a seleção, retirando os maus, mantendo os bons e se manter vigilante para cobrar punição aos representantes que cometerem abusos em suas funções.

Publicado em: 19 setembro, 2010   
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