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Shvoong Home>Sociedade E Notícias>Opiniões Puras>Resumo de Onde Tudo Começou

Onde Tudo Começou

Resumo do Artigo   por:LCFNavarro     Autor : Luiz Carlos Fernandes Navarro
ª
 
Com os acontecimentos sucedidos no Vaticano, os quais culminaram com os séqüito e sepultamento do Papa, João Paulo II. E por último a revelação do seu esperado testamento, com um cunho puramente espiritual, surpreendendo a todos da cúria e àqueles interessados no processo sucessório. Fizeram com que questões como ética, amor, compaixão, sofrimento fossem despertadas. Mas um pensamento é compartilhado por todos, o Santo Homem, Karol Wojtyla, superou-se no cumprimento da sua missão à frente da igreja católica e de todos os seus sectários.

Mas o que moveu e move seres humanos como, Karol Wojtyla, e outros líderes de idêntica envergadura, que em detrimento dos seus interesses pessoais viveram e vivem apenas para e por uma causa coletiva? As respostas variam entre Sonho, Missão, Amor, Paixão, Compaixão, Senso de Dever pela evolução humana.
Desta observação surge outro questionamento, para o qual sugiro uma reflexão: “Se estes sentimentos são inatos ao ser humano, porque o número desses abnegados missionários é tão escasso na história humana?” Em particular defendo uma resposta. Uma teoria de que, nem todos nós ainda atingimos o degrau ou o status de ser humano na escala evolutiva antropóide.

Tudo começou quando percebemos e aprendemos a utilizar um pedaço de osso para abater animais para a nossa alimentação, a partir de então saltamos de simples presas frágeis para a posição dos mais sagazes predadores da cadeia alimentar. Com isto desenvolvemos novas habilidades rapidamente, adotamos a postura ereta, conquistando o horizonte longínquo dando início à formação e a miscigenação das raças. Com o caminhar do tempo e das eras adquirimos mais e mais competências, até despertarmos aquela que foi responsável por nos diferenciar de todos os outros animais, me refiro à Consciência. Competência primordial e relativamente recente, a consciência, ainda encontra-se num estágio latente no conjunto psicobiológico hominal. Aqui neste ponto respaldo a minha tese de que, nem todos hominídeos alcançaram o patamar da consciência plena, e é por isto que ainda escutamos a expressão popular – “Que horror, quem fez isso não é humano!” – ao comentar sobre um ato hediondo.

Empiricamente podemos definir a consciência como sendo tudo o que conhecemos e temos ciência da existência. A partir daqui posso expor os três níveis evolutivos da hominalidade, segundo a sua volição:

O Homem Animal é estimulado apenas pelos instintos para a satisfação das suas necessidades básicas de sobrevivência. Reage visceralmente e coléricamente a todos os problemas, os quais considera insolúveis e intransponíveis, tornando-o presa fácil dos raptores manipuladores da sociedade;
O Homem é estimulado por seu forte senso de livre arbítrio a agir para atingir objetivos individualistas, como o desejo de ter bens materiais, ter segurança, ter saúde, ter felicidade, ter status, ter dinheiro, ter religiosidade, ter emprego, ter família para satisfazer todas as suas necessidades de possessão. Portanto para este homem a conjugação do verbo ser é limitante e desafiadora, o que o torna dominador, territorial e egoísta. Manipula o homem animal para as suas atitudes aviltantes. Quando deparado por um ser humano procura transformar este num instrumento para reafirmar a sua crença, seu pensamento e sua atitude;

O Ser Humano é estimulado por sua vontade soberana e independente, o que o torna livre, superando os desejos materiais e as suas necessidades básicas de sobrevivência. Este padrão comportamental o faz ser considerado por muitos, os homens animais e os homens, um “Homem Santo”. Mas em última análise se trata de alguém que alcançou o patamar evolutivo do Ser Humano.

Para reforçar o esboço da minha teoria, faço referência à constatação feita pelos filósofos, historiadores e recentemente por psicanalistas de que, desde tempos remotos, existe na mente coletiva da sociedade o hábito muito arraigado de deificar, divinizar ou transformar em deus todos aqueles pelos quais nutre uma admiração idólatra. Esta tendência psíquica, da mente hominal, serve como justificativa para a sua permanência numa zona de comodismo e conforto.
Pois tem a crença e a firme convicção de que, o sacerdote católico, Karol Wojtyla, que ocupou o cargo máximo do Estado do Vaticano, o papado, como sendo um homem santo e, por esta razão conseguiu realizar o seu grande sonho – unificar todas as religiões e os povos do planeta.
Publicado em: 11 maio, 2010   
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