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Consumismo no Natal

Resumo do Personal Experience   por:Fabieni Soares Neves    
ª
 
O término de mais um ano nos enche de esperança e espectativa. Somos envolvidos pelo clima caloroso dos abraços, pelas luzes que brilham nas casas, pelas promoções miraculosas e nos esquecemos que mais um mês está prestes a começar como qualquer outro. Quando menos percebemos estamos presos pelos laços do crédito fácil e nos vemos sufocados pelo cheque especial.
  O mês de dezembro é o mais rentável para o comercio. O consumo exagerado abarrota os bolsos dos empresários e esvazia drasticamente o dos consumidores. Cabe salientar que o consumismo saudável produz grandes benefícios para todo o país, porém, o desequilíbrio na aquisição de bens causa um caus economico ao ponto de destruir famílias, empresas, negócios e vidas.
É nesta época do ano que grande parte da população entra numa corrida desenfreada para negociar seus débitos e poder comprar mais e mal sabem que estão entrando numa roda viva chamada juros composto.
  Será que vale mesmo a pena agradar os amigos e famíliares com presentinhos e, como num piscar de olhos, perder a paz. São cobranças e mais cobranças. As contas chegam, os cobradores estão à porta, o desespero toma conta. E para completar, sem saber mais o que fazer, o endividado adquire um empréstimo pessoal numa tentativa débil de quitar suas dívidas. Não sabe ele que no mês seguinte sua bola de neve já estará lhe consumindo.
  A raiz do consumismo está em nossa cultura, onde podemos analisar dois importantes aspectos: riqueza e pobreza. Culturalmente somos ensinados que o Brasil é um país pobre, cheio de desigualdade e injustiça. Estes conceitos são arraigados na mente da população de tal forma que, na primeira oportunidade possível de conquistar/adquirir um bem material gera um enorme grau de satisfação pessoal, dando uma falsa sensação de riqueza momentanea seguida de agonia quando as faturas começam a chegar.
  Analisando o motivo de uma compra podemos desenvover os três critérios do bom comprador: querer, poder e precisar. Quem nunca perdeu as contas de quantas vezes entrou num shopping center só para "esfriar a cabeça" como dizem as mulheres e saiu de lá cheio de bolsas? Agora, descreverei os princípios básicos que são capazer de refrear qualquer pessoa em sua jornada de compras nas principais datas comemorativas.
  O primeiro passo para que sua carteira sobreviva ao novo ano é perguntar-se se realmente quer o produto que vislumbra. Por exemplo: você sabe convictamente que não gosta da cor verde, então, vê um óculos verde na vitrine, o modelo é lindo, não tem outra cor. Você decide pegar este mesmo e vai para a fila pagar o produto. É neste momento que deve se perguntar: eu realmente QUERO isso? Provalmente você tem dezenas de objetos em sua casa que comprou com o mesmo impulso, nunca foram usados e estão pelos cantos do guarda roupas. Esta pequena pergunta pode salvar a sua vida.
  O segundo passo é perguntar-se se realmente pode comprar o que está na vitrine. Por exemplo: seu sonho sempre foi ter um carro importado e no final do ano aparece uma oportunidade maravilhosa. Você visita a loja empolgado e decide fechar negócio, esquecendo-se que o financiamento do seu "golzinho" ainda está na metade. Rapidamente o vendedor lhe mostra a papelada para assinar e, é exatamente neste momento que deve se perguntar: eu realmente POSSO comprar isso? Certamente esta pergunta lhe livrará de um grande monstro. A pior coisa que existe é comprar além das suas posses, porque além da frustração de não poder pagar, ainda correrá o risco de perder o que comprou depois de sentir o gostinho de tê-lo.
  O terceiro e ultimo passo é perguntar-se se realmente precisa deste ítem. Essa é a pergunta capaz de impedir que sua conta chegue no vermelho. Por exemplo: você está no fazendo as compras para fazer aquela ceia de Natal que ficará na história. Inesperadamente ouve-se aquele anuncio maravilhoso: TV LCD 52" de R$ 8.999,00 por R$ 4.999,00. Você sai correndo como louco, atropelando tudo e todos pelo meio dos corredores, chega até a fila enorme para pegar as ultimas unidades roendo as unhas com medo de não conseguir esta oferta. É agora, pergunte-se: eu realmente PRECISO disso? Não preciso nem dizer que esta é a chance de sair correndo dali!!!
  Esses três segredinhos valem para tudo na vida, desde uma casquinha de sorvete até uma ilha nas Malvinas. Evite cair em tentação nas datas comemorativas, especialmente no Natal, época que somos atraídos pelo brilhos do pinheiros enfeitados. Lembre-se que é melhor ter um Feliz Ano Novo literalmente do que ter somente um Feliz Natal e um Ano triste!!!
Publicado em: 06 janeiro, 2011   
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