Existem hoje cerca de 250 mil crianças e adolescente em
abrigos espalhados
pelo País. De acordo com o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), que realizou estudo recente para conhecer o perfil dos residentes em abrigos, 86% têm família, 24% estão lá por motivo de pobreza e 61% têm entre 7 e 15 anos, faixa etária em que são pequenas as chances de adoção.
O que acontece hoje é que as crianças entram nos abrigos e são esquecidas lá dentro. O mais grave é que 20% delas foram abrigadas porque suas famílias eram pobres, o que demonstra a ineficiência do Estado brasileiro em garantir o mínimo para que pais e mães possam manter os seus filhos consigo.
Não adianta discutir os direitos da crianças, que já estão definidos pela Constituição e pelo Estatuto, faltam medidas governamentais na fase anterior ao nascimento da criança, o risco de
abandono já pode ser detectado no período da gestação.
“A criança é o ensaio do adulto. Vive um período que passará!”
Mais resumos sobre Abandono