Procurar
×

Registrar-se

Use sua conta no Facebook para registrar-se mais rápido

ou

Criar uma conta no Shvoong começando do zero

Já é um Membro? Entrar!
×

Entrar

Entrar usando sua conta no Facebook

ou

Não é um membro? Registrar-se!
×

Registrar-se

Use sua conta no Facebook para registrar-se mais rápido

ou

Entrar

Entrar usando sua conta no Facebook

Shvoong Home>Ciências Sociais>Psicologia>Resumo de Stress nas organizações

Stress nas organizações

Resumo do Livro   por:VeraLorena     Autor : Vários
ª
 
No local de trabalho o stress pode afectar a desempenho dos indivíduos e, quando expostos a várias fontes de stress, podem perder a capacidade de concentração e deixar de produzir efectivamente e eficientemente. A relação entre stress e desempenho é bastante complexa e, portanto, os empregadores têm razões para se preocupar com os custos que daí podem advir (Crampton et. al., 1995).
            Stewart (1990, citado por Crampton et. al., 1995) e Rosch (1994, citado por Crampton et. al., 1995) demonstraram que 16 dias por ano são perdidos nas empresas devido a problemas emocionais e que 60% a 80% dos acidentes de trabalho são derivados do stress. Em adição, existem custos relacionados com tomadas de decisões erradas relacionadas com a pressão proveniente do stress.
Segundo dados do Observatório Europeu de Riscos, o stress está, realmente, na origem de 60% das faltas ao emprego e os especialistas dizem que está situação apresenta uma tendência crescente nos próximos anos, sendo que o stress profissional se apresenta como um dos maiores desafios que a Europa irá enfrentar no âmbito da segurança e saúde no trabalho.
Dados de 2005 revelaram que 22% dos trabalhadores da União Europeia (EU), eram afectados pelo stress, tendo como consequência o absentismo (entre 50% e 60% das faltas ao trabalho), estimando-se, assim, que, só em 2002, o custo económico anual referente ao stress profissional na U. E. tenha sido de 20 mil milhões de euros.
            Inquéritos realizados entre 2003 e 2004 apontam como principais riscos psicossociais para o stress os contratos precários e as novas formas de contratação, o sentimento de insegurança no emprego, os horários e a intensificação do trabalho e a dificuldade de conciliação entre a vida profissional e a vida privada. Entre os efeitos provenientes destes factores, destaca-se o stress, a depressão, a ansiedade, o isolamento social, a tensão e a hostilidade.
O stress pode resultar de respostas físicas, psicológicas e comportamentais e como sintomas típicos de stress, que advêm das mudanças organizacionais, existe o medo e a ansiedade. Este pode emergir de causas externas (condições envolventes), ou de causas internas (relacionadas com a percepção dos sujeitos), sendo estas denominadas de “fontes de stress”. As fontes de stress variam de indivíduo para indivíduo e, como foi referido, são determinantes nas suas percepções já que uma fonte de stress para um indivíduo poderá não ser para outro que se encontre nas mesmas condições. A percepção dos indivíduos é influenciada por vários factores, entre eles: as experiências anteriores, a personalidade e estratégias de resolução de problemas (estratégias de coping) (Crampton et. al., 1995).

No entanto, e apesar da percepção individual, existirão sempre fontes que causarão mais stress. Camara et. al (2007), identificam algumas áreas como fontes de stress:
- Características físicas do ambiente de trabalho: poluição atmosférica, sonorização, temperatura, humidade, pressão atmosférica, design homem máquina;
- Características organizacionais, sociais e enquadramento: cultura e clima organizacional, ritmos de trabalho, rotinas, responsabilidades, iniquidade nas recompensas salariais, impossibilidade de progressão na carreira, ambiguidade, ausência de autonomia, más relações de trabalho;
- Variáveis associadas ao tempo: mudanças no fuso horário, horas extras e prolongamento do horário normal de trabalho, pressões relacionadas com tempo de execução das tarefas, limites de prazo para entregas;
- Mudanças organizacionais: despedimentos ou demissões, mudanças nas funções, excesso de promoções, incapacidade para o controlo, mudança no funcionamento organizacional, ou total ausência de mudança;
- Papel dos actores organizacionais: ambiguidade de papéis (falta de clareza), responsabilidade, problemas de comunicação e ausência de feedback.

Publicado em: 05 julho, 2010   
Por favor, avalie : 1 2 3 4 5
  1. Responda   Pergunta  :    Muitas vezes o stress é tratado como um "frescura",popularmente falando e que isso na verdade acarreta várias consequências ao desempenho do funcionário,causando um mal desempenho dentro da empresa. Veja tudo
Traduzir Enviar Link Imprimir
X

.