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Não amei o Menino-Jesus, nem o Cristo-Crucificado e nem o Cristo-Ressuscitado. Amei e amo o Feto-Jesus. Ser que no
recôndito do morno e escuro útero-virginal sorria placidamente porque desconhecia o terrível destino que a ele fora reservado. É para o Feto-Jesus que dirijo minhas súplicas soturnas. Toda minha gratidão pelo farto pão do meu lar faço-a ao Feto-Jesus. Rezo baixinho para não assustá-Lo e, assim, eu adormeço sem sobressaltos visualizando-O a brincar e a brincar ainda mais com o cordão umbilical ao ritmo cardióide de Maria Santíssima Mãe de Deus. Insisto: Não amei o Menino-Jesus, nem o Cristo-Crucificado e nem o Cristo-Ressuscitado: amei e amo o Feto-Jesus! Que todos saibam disso! Peço-vos que parem de me importunar com as vossas idiossincrasias chagásicas que não as quero ter, pois já tenho e possuo esta, aqui descrita, que me é suficiente para esta vida e para a outra vida eterna em Sião Celestial com o Feto-Jesus que tanto amo. Amém!
Publicado em: novembro 01, 2009
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