Nos dias atuais encontramos algumas formas e práticas
sociais que separam o homem da
sociedade pós-moderna, cuja conceitualização é ignorada pelo regime de governo adotado pela política do faz de
conta, embora a tecnocracia seja um sistema de organização política e social em que o poder é exercido pelos especialistas mediante o uso de conhecimento e habilidade especifica,
buscando soluções racionais e técnicas por meio da informatização.
A educação precisa de sábios, mestres e professores que se dediquem ao máximo na arte de ensinar; porém, ensinar com
sabedoria buscando não se limitar a técnicas de faz de conta ou passando simplesmente slides prontos e sofisticados, contando historinhas,
falando mal das religiões, ou falando das corrupções políticas existentes em nosso país e guerras de tráfico que solapam a nossa sociedade. É necessário que os “planos de aula”, sejam planejados com amor e dedicação independentemente do “plano de ensino” que já vem elaborado pelo MEC.
O professor não é um mero robô que tende a ser mecanicista nem tão pouco um tecnocrata que se envereda pelo caminho social da dominação do “tudo já pronto”; eles têm de ser pensadores da sociedade educadora,
precisam tirar da cabeça a idéia de que a sala de aula é um simples local de trabalho e não se alienar a métodos e coisas prontas.
A filosofia contemporânea nos ensina que a educação não é uma relação de trabalho e sim, um processo de formação humana para a vida. Embora, alguns efeitos tecnocráticos nos levem as reflexões marxistas, precisamos de uma sociedade educacional mais libertadora e menos submissa as “ordens de serviços” vindas de planejamentos impessoais. Todavia, os aspectos humanos e sociais precisam ser adquiridos de forma concisa e transmitidos pelos mestres dentro das salas de aula de um modo sábio e com valores que justifiquem a nossa herança cultural empoeirada dentro dos livros antigos.
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