É notório que nas
periferias brasileiras o crime tem uma política
educacional eficaz e mais atrativa que as demais entidades governamentais. Acompanhando os noticiários, podemos observar que o ingresso do jovem na criminalidade acontece cada vez mais cedo. O crime
ultiliza uma estratégia muito mais criativa, a começar pelo marketing. Hoje, funks proibidos enaltecendo facções
criminosas, relatando o seu poderio bélico e seus respectivos líderes é comum, em quase todas comunidades carentes brasileiras.A mídia é outro meio explorado, atravéz dela que torna-se público a ousadia dessas organizações e metodologia aplicada, também as grandes receitas que elas arrecadam. Aliando-se esta estratégia ao desemprego,desigualdade social e racial, violencia policial, o crime tira proveito e leva vantagem sobre o
governo.
A
perigosa educação nas nossas periferias, já matou milhares de jovens no tráfico de drogas ou em outras atividades criminosas. É preciso por parte do governo uma política educacional estratégica, somado a uma política social eficiente e reeducação e preparação das polícias. Só assim o crime organizado sentirá as perdas e deixará de ser tão atraente. A educação é a principal arma que temos, por enquanto o crime está sabendo ultiliza-la muito bem.
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