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<title>Sumários, livros, sinopses, resumos grátis &gt; Economia</title>
<link>http://pt.shvoong.com/social-sciences/economics/</link>
<description>Resumos, sinopses, avaliações, notas e ensaios curtos sobre Economia</description>
<lastBuildDate>Fri, 16 May 2008 21:00:00 GMT</lastBuildDate>
<item><title>Perdão Da Computação</title>
<description> 
		&amp;lt;br /&amp;gt;
hoje uma amiga na escola disse template com a pronuncia de &amp;quot;teplate&amp;quot; da forma que est&amp;#225; escrita, ent&amp;#227;o depois de ouvir isso falei uma ora&amp;#231;&amp;#227;o que veio instantaneamente na cabe&amp;#231;a para minha amiga:&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;quot;perdoaivos senhor esse hardware&amp;lt;br /&amp;gt;
ele n&amp;#227;o sabe o que processa&amp;lt;br /&amp;gt;
e que seu satelite sagrado&amp;lt;br /&amp;gt;
possa derramar seus bytes do sistema&amp;lt;br /&amp;gt;
sobre</description>
<link>http://pt.shvoong.com/social-sciences/economics/1811049-perd%C3%A3o-da-computa%C3%A7%C3%A3o/</link>
<author>support@shvoong.com</author>
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<pubDate>Fri, 16 May 2008 21:00:00 GMT</pubDate></item>
<item><title>O Desenvolvimentismo E A Teoria Da Cepal: Auge E Crise (Parte Ii)</title>
<description> 
		&amp;lt;div align=&amp;quot;justify&amp;quot;&amp;gt;segundo a cepal, o modelo n&amp;#227;o poderia ser mudado simplesmente pela a&amp;#231;&amp;#227;o do mercado... o que deveria ocorrer era a implementa&amp;#231;&amp;#227;o de uma pol&amp;#237;tica que visasse ao desenvolvimento industrial, que promovovesse a reforma agr&amp;#225;ria, que melhorasse a aloca&amp;#231;&amp;#227;o de recursos produtivos e que impedisse a evas&amp;#227;o de produtividade para os pa&amp;#237;ses centrais. s&amp;#243; esmo uma</description>
<link>http://pt.shvoong.com/social-sciences/economics/1809541-desenvolvimentismo-teoria-da-cepal-auge/</link>
<author>support@shvoong.com</author>
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<pubDate>Fri, 09 May 2008 21:00:00 GMT</pubDate></item>
<item><title>O Desenvolvimentismo E A Teoria Da Cepal: Auge E Crise </title>
<description> 
		&amp;lt;div align=&amp;quot;justify&amp;quot;&amp;gt;a cepal - comiss&amp;#227;o econ&amp;#244;mica para a am&amp;#233;rica latina, criada em 1948 por economistas, pol&amp;#237;ticos e soci&amp;#243;logos latino-americanos, caracteriza-se por ter desenvolvido os fundamentos te&amp;#243;ricos da ideologia desenvolvimentista, que via na industrializa&amp;#231;&amp;#227;o, &amp;#250;nica forma de liberta&amp;#231;&amp;#227;o dos pa&amp;#237;ses subdesenvolvidos, da sua situa&amp;#231;&amp;#227;o de pobreza e depend&amp;#234;ncia externa. assim, a industrializa&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; vista como caminho para</description>
<link>http://pt.shvoong.com/social-sciences/economics/1809057-desenvolvimentismo-teoria-da-cepal-auge/</link>
<author>support@shvoong.com</author>
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<pubDate>Tue, 06 May 2008 21:00:00 GMT</pubDate></item>
<item><title>Uma Sociedade De Senhores E Servos</title>
<description> 
		&amp;lt;div align=&amp;quot;justify&amp;quot;&amp;gt;
				maom&amp;#233; passou a ser o chefe religioso e pol&amp;#237;tico dos povos &amp;#225;rabes. com sua morte em 632, o comando pol&amp;#237;tico-religioso-militar passou aos califas = seguidores substitutos. os fi&amp;#233;is mu&amp;#231;ulmanos tinham v&amp;#225;rias obriga&amp;#231;&amp;#245;es religiosas a cumprir, como a difus&amp;#227;o do islamismo e convers&amp;#227;o dos infi&amp;#233;is &amp;#224; cren&amp;#231;a num s&amp;#243; deus. utilizando-se desses princ&amp;#237;pios, os chefes militares</description>
<link>http://pt.shvoong.com/social-sciences/economics/1809040-uma-sociedade-senhores-servos/</link>
<author>support@shvoong.com</author>
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<pubDate>Tue, 06 May 2008 21:00:00 GMT</pubDate></item>
<item><title>Uma Sociedade De Senhores E Servos</title>
<description> 
		uma sociedade de senhores e servos&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;

&amp;lt;div align=&amp;quot;justify&amp;quot;&amp;gt;no s&amp;#233;culo iii, a europa sofreu v&amp;#225;rias invas&amp;#245;es dos b&amp;#225;rbaros, que produziam o suficiente para sua subsist&amp;#234;ncia. trocavam mercadorias entre si e n&amp;#227;o utilizavam o dinheiro. tamb&amp;#233;m n&amp;#227;o conheciam a escrita. a europa passou a ter vida inst&amp;#225;vel. a invas&amp;#227;o desses povos, contribuiu ainda mais para que a</description>
<link>http://pt.shvoong.com/social-sciences/economics/1808870-uma-sociedade-senhores-servos/</link>
<author>support@shvoong.com</author>
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<pubDate>Tue, 06 May 2008 21:00:00 GMT</pubDate></item>
<item><title>Imigração E Colonização Parte Iii</title>
<description> 
		s&amp;#237;ntese da evolu&amp;#231;&amp;#227;o econ&amp;#244;mica do imp&amp;#233;rio&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;lt;br /&amp;gt;

&amp;lt;div align=&amp;quot;justify&amp;quot;&amp;gt;a segunda metade do s&amp;#233;culo xix, assinala o momento de maior transforma&amp;#231;&amp;#227;o econ&amp;#244;mica brasileira. este momento se desencadeia com a vinda da fam&amp;#237;lia real portuguesa para o brasil no ano de 1808 e, sobretudo com a emancipa&amp;#231;&amp;#227;o da col&amp;#244;nia em 1822, prolongando-se at&amp;#233; meados do s&amp;#233;culo xx. as</description>
<link>http://pt.shvoong.com/social-sciences/economics/1808849-imigra%C3%A7%C3%A3o-coloniza%C3%A7%C3%A3o-parte-iii/</link>
<author>support@shvoong.com</author>
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<pubDate>Tue, 06 May 2008 21:00:00 GMT</pubDate></item>
<item><title>Verdades Sobre A Crise De Alimentos</title>
<description> 
		&amp;lt;p align=&amp;quot;justify&amp;quot;&amp;gt;da mesma forma que a &amp;#250;ltima crise financeira mostrou ao mundo a sua nova face, desafiando at&amp;#233; mesmo os idealizadores da moderna arquitetura financeira mundial, assim, a crise de alimentos ou propriamente a fome mostra a sua nova face ao mundo. &amp;lt;/p&amp;gt;
&amp;lt;p align=&amp;quot;justify&amp;quot;&amp;gt;&amp;#160;a crise de alimentos &amp;#233; um assunto delicado, porque se h&amp;#225; algo que</description>
<link>http://pt.shvoong.com/social-sciences/economics/1808363-verdades-sobre-crise-alimentos/</link>
<author>support@shvoong.com</author>
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<pubDate>Sat, 03 May 2008 21:00:00 GMT</pubDate></item>
<item><title>Imigração E Colonização Parte Ii</title>
<description> 
		imigra&amp;#231;&amp;#227;o e coloniza&amp;#231;&amp;#227;o (continua&amp;#231;&amp;#227;o)
		&amp;lt;br /&amp;gt;
&amp;lt;div align=&amp;quot;justify&amp;quot;&amp;gt;a perman&amp;#234;ncia do monarca portugu&amp;#234;s s&amp;#243; servira para contribuir na forma&amp;#231;&amp;#227;o de n&amp;#250;cleos de colonos alem&amp;#227;es, su&amp;#237;&amp;#231;os e a&amp;#231;orianos. com a &amp;quot;independ&amp;#234;ncia&amp;quot;, outros governos se seguem e t&amp;#234;m a tarefa de continuar no empreendimento iniciado pelo monarca. mas os problemas tamb&amp;#233;m continuavam em rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; imigra&amp;#231;&amp;#227;o europ&amp;#233;ia, em decorr&amp;#234;ncia do clima</description>
<link>http://pt.shvoong.com/social-sciences/economics/1808057-imigra%C3%A7%C3%A3o-coloniza%C3%A7%C3%A3o-parte-ii/</link>
<author>support@shvoong.com</author>
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<pubDate>Fri, 02 May 2008 21:00:00 GMT</pubDate></item>
<item><title>Imigração E Colonização Parte I</title>
<description> 
		imigra&amp;#231;&amp;#227;o e coloniza&amp;#231;&amp;#227;o&amp;lt;br /&amp;gt;

&amp;lt;div align=&amp;quot;justify&amp;quot;&amp;gt;tanto a imigra&amp;#231;&amp;#227;o europ&amp;#233;ia quanto o sistema de coloniza&amp;#231;&amp;#227;o brasileira, est&amp;#227;o intimamente ligadas &amp;#224; quest&amp;#227;o da escravid&amp;#227;o, sobretudo do negro africano, uma vez que o nativo n&amp;#227;o se rendeu &amp;#224;s press&amp;#245;es dos europeus no processo colonizador. essa mesma escravatura proporcionou uma nova popula&amp;#231;&amp;#227;o ao pa&amp;#237;s, assim como foi nova a popula&amp;#231;&amp;#227;o de</description>
<link>http://pt.shvoong.com/social-sciences/economics/1807880-imigra%C3%A7%C3%A3o-coloniza%C3%A7%C3%A3o-parte/</link>
<author>support@shvoong.com</author>
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<pubDate>Thu, 01 May 2008 21:00:00 GMT</pubDate></item>
<item><title>A Evolução Da Economia Brasileira Parte Iii</title>
<description> 
		epis&amp;#243;dio mau&amp;#225; (continua&amp;#231;&amp;#227;o)&amp;lt;br /&amp;gt;
mau&amp;#225; foi exigido pelo padrasto a trabalhar no rio de janeiro, ainda aos 10 anos de idade, como caixeiro em uma casa comercial. estudou por conta pr&amp;#243;pria. aprendeu falar ingl&amp;#234;s fluentemente com o dono da loja onde trabalhava, mais tarde tornou-se s&amp;#243;cio e dono da mesma. aos 33 anos j&amp;#225; possu&amp;#237;a um vast&amp;#237;ssimo</description>
<link>http://pt.shvoong.com/social-sciences/economics/1807859-evolu%C3%A7%C3%A3o-da-economia-brasileira-parte/</link>
<author>support@shvoong.com</author>
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<pubDate>Thu, 01 May 2008 21:00:00 GMT</pubDate></item></channel>
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