Capitalismo e
Socialismo O Capitalismo e o Socialismo são duas
formas de modelos econômicos totalmente diferentes um do outro. É como se fossem a comparação entre a soma e a subtração, ou o negativo e o positivo.
O Capitalismo na sua estrutura de propriedade, prega a propriedade privada, pois a maioria dos meios necessários para a produção, tais como fábricas, terras, máquinas, usinas, portos, ferrovias, minas dentre outras formas, pertencem a agentes econômicos privados, salvo às exceções em que o Estado é dono de muitos meios de produção existentes no país. Já o Socialismo prega a divisão por
igual dos bens produzidos em determinadas regiões ou locais.
O objetivo principal do Capitalismo é buscar incessantemente a lucratividade, salvo as exceções de que empresas privadas que operam no vermelho, possuem grandes riscos de irem à falência, enquanto que empresas estatais possuem subsídios governamentais. No Socialismo, a lucratividade não possui importância, pois a produção é feita somente para as
necessidades de consumo, não precisando ou não tendo que produzir mais para vender, como ocorre no Capitalismo, que quanto mais produz, maior será a possibilidade de possuírem lucros.
Os mecanismos de funcionamento da economia no Capitalismo são baseados na famosa “Lei da Oferta e da Procura”, as empresas sempre investem com o objetivo de obterem a maior rentabilidade possível, havendo assim uma concorrência direta em vários setores da economia. No Socialismo, a rentabilidade não é necessária, pois ela não é baseada na “Lei da Oferta e da Procura”, e sim na produção necessária de acordo com as necessidades da população.
A relação de trabalho no Capitalismo é através de trabalho assalariado, no entanto juntamente com essas relações tipicamente capitalistas, convivem relações não-capitalistas e ilegais de trabalho, principalmente em regiões subdesenvolvidas como a escravidão e o trabalho forçado. Já no Socialismo, esse tipo de relação de trabalho é diferente, devido ao trabalhador não ganhar por hora extra, e nem ganhar mais do que outro por que trabalhou um pouco mais, e sim por que eles trabalham em conjunto para uma produção de no final de seus trabalhos poderem dividir de igual para igual de acordo com as necessidades de cada uma de suas famílias.
Os meios de troca e os instrumentos de crédito no Capitalismo podem ser vários, dentre os mais usados, podemos destacar o dinheiro, o cheque, o cartão de crédito. O
dinheiro (moeda metálica ou papel moeda) é a forma de uso mais freqüente no Capitalismo, utilizada na troca desse tipo de
moeda em mercadorias. O
cheque também é bastante usado, e é uma ordem escrita, nominal ou ao portador, que permite movimentar um fundo que a pessoa tem em sua conta bancária. Mas com os avanços da tecnologia na eletrônica e nas telecomunicações, eis mais uma solução da sociedade capitalista, o “cartão de crédito”, que um cartão magnético, que faz um movimento virtual de dinheiro, sendo pago pela prestadora, que depois é repassada a ela o dinheiro, através de extrato mensal, e a mais nova forma de pagamento, que através dos computadores, ou seja, pela internet, em que a pessoa pode fazer compras de qualquer lugar do mundo para qualquer outro ligar do mundo, assim não precisa mais fazer deslocamentos de sua residência para fazer compras em supermercados, shoppings centers, dentre outros tipos de comércios. No socialismo não existem formas de pagamento através de trocas com as mercadorias, pois é tudo administrado pelo Estado.
A relação social existente no Capitalismo é uma divisão de classes no interior da sociedade, com concentração de renda nos setores ou classes que detêm grande parte do capital. O Capitalismo é assim, conseqüentemente marcado por desigualdades sociais, principalmente em países subdesenvolvidos, nos quais a distribuição de renda é feita de modo desigual, sendo que ultimamente até mesmo em países desenvolvidos a distância entre ricos e pobres tem aumentado. No socialism
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