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Shvoong Home>Ciências Sociais>Economia>Resumo de A ECONOMIA, A ESCASSEZ, O PROBLEMA ECONÓMICO, A COMPETIÇÃO E AS ESCOLHAS

A ECONOMIA, A ESCASSEZ, O PROBLEMA ECONÓMICO, A COMPETIÇÃO E AS ESCOLHAS

Resumo do Livro   por:dianiris     Autor : Diana
ª
 
A ciência a que chamamos Economia estuda a gestão dos recursos escassos nas sociedades humanas. Economia Política - quando àquela intervenção se acrescenta o propósito de descrever como o voluntarismo de determinados grupos sociais dominantes ou entidades políticas se projecta na gestão dos recursos conformando-a segundo os seus desígnios próprios. Não pode conceber-se o homem sem necessidades, isto é, sem que experimente carências ou insatisfações da mais diversa índole. Ora é típico do seu comportamento a busca de meios aptos a atenuar ou suprimir aquele estado de insatisfação. A tais meios dá a economia o nome de bens. A obtenção da generalidade dos bens requer a mobilização de recursos. O que significa escassez para a economia? A escassez em sentido económico tem sempre implícita uma relação entre a quantidade de recursos ou bens e as necessidades humanas que através deles buscam satisfação. A escassez pressupõe uma relação entre a quantidade do bem e as necessidades que com ele se satisfazem. Os bens produzem-se com factores (recursos). É a relação entre a quantidade dos recursos (e dos bens) e as necessidades humanas que permite dizer se os recursos são escassos. A luta contra a escassez pode enveredar por duas vias alternativas: 1- Restringir o número e a intensidade das necessidades. Por esta via, pode
atenuar-se a escassez mediante o bloqueamento das próprias necessidades. Embora a quantidade de bens não sofra porventura aumento, a escassez aliviar-se-á. 2- Produzir e distribuir eficientemente o produto de modo a ir ao encontro das necessidades em crescimento. Trata-se duma via mais activa e dinâmica, precisamente a que mais tem interessado os economistas. Se da produção resultam bens que geram satisfações e se toda a produção impõe a renúncia a de outras produções, evidente se torna que é preciso sopesar, para confrontar entre si, por uma banda, as satisfações pretendidas e, por outra as renúncias ou sacrifícios inevitáveis que elas implicam. Os recursos são, para além de escassos, susceptíveis de empregos alternativos, enquanto que as necessidades (também ditas fins por contraposição aos recursos, que serão os meios) a satisfazer podem ser graduadas ou escalonadas por ordem de importância ou urgência. Daqui advém que a luta contra a escassez impõe a realização de escolhas. A escolha é uma actividade fundamental, há que escolher as necessidades que merecem satisfação prioritária. Os bens podem ser escassos ou não. Portanto, embora todos os bens sejam úteis e acessíveis, os bens económicos são também escassos. Obviamente não devemos confundir os bens com coisas materiais, pois que também o são os serviços, uma vez que se revelam úteis, escassos e acessíveis. Uma feição importante dos bens é a existência ou inexistência de relações ou laços de interdependência entre eles. Os bens podem ser: - Substituíveis (ou sucedâneos) – permitem satisfazer uma mesma necessidade ou realizar um mesmo propósito. Diz-se que dois bens são sucedâneos perfeitos se, com a mesmíssima eficiência, satisfazem dada necessidade ou permitem realizar determinado propósito. O árbitro do grau de substituibilidade é sempre o utente do bem: o consumidor ou o produtor, conforme o caso. o que é perfeitamente substituível para um consumidor pode não o ser para outro. O grau de sucedaneidade pode medir-se. A economia é uma ciência tendencialmente quantificadora. - Complementares – dizem-se os que só conjuntamente satisfazem uma determinada necessidade ou permitem realizar um dado propósito. Caso dois bens não se relacionem entre si por laços de sucedaneidade ou de complementaridade, eles dizem-se independentes. Sejam os bens “comprimido de aspirina” e “esferográfica”. Embora não se possa excluir “in limine” que para alguém eles possam
revelar-se sucedâneos ou complementares. Costuma tomar-se como aferidor da natureza da relação entre dois bens o sentido da variação da quantidade procurada de um deles quando varia o preço do outro. Se as duas grandezas variam no mesmo sentido, os bens são sucedâneos; se variam em sentido contrário, dizem-se complementares. Na hipótese de a quantidade se revelar insensível àquele preço, temos bens independentes. Os bens económicos ou satisfazem directamente as necessidades humanas – os bens de consumo ou bens directos (que são objecto de uma procura directa); ou servem apenas para produzir outros bens – são os bens indirectos, bens de produção ou capitais (que são alvo duma procura derivada ou induzida pela procura de bem directos que eles ajudam a produzir). -Bens de consumo: -Duradouros – são os que podem ser objecto de numerosas utilizações sem destruição física ou perda da sua natureza económica. Caracterizam-se por relativa longevidade. -Não-duradouros – destroem-se ou perdem-se sempre que são utilizados. -Capitais: -Fixos – todos os que se caracterizam por considerável duração que lhes permite intervir em numerosos actos produtivos sem perda da sua identidade e natureza económica. -Circulantes – perdem-se ou destroem-se nos actos de produção em que são chamados a colaborar. Tanto os capitais fixos como os circulantes apresentam em diferente grau as características da mobilidade e da liquidez. -Mobilidade – capacidade dos capitais para se transferirem duma actividade para outra. Se a transferência é difícil, os capitais dizem-se especializados. -Liquidez – propriedade que revela uma óbvia correlação com a mobilidade, reflecte a capacidade dum bem para se trocar por moeda (vender) sem grande perda de valor. Quando a liquidez é mínima, diz-se que o bem se caracteriza por uma elevada imobilização.
Publicado em: 30 janeiro, 2008   
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