O
consumo de energina elétrica no Brasil bateu um recorde histórico em 2007, com um aumento de 6,7% em relação ao ano anterior, segundo levantamento da
Empresa de Pesquisa Energética. Por um lado, é uma boa notícia, já que um dos motivos da expansão do consumo é o crescimento da
renda da população e do número de residências com
energia elétrica. Por outro, é preocupante, num momento em que a
questão energética destaca-se como prioridade mundial e há um esforço
geral para a redução do consumo e evitar desperdícios - seja em uma grande empresa ou na mais simples residência.
Todos ganham com a economia energética: o consumidor, as empresas, o país e as gerações futuras. Cada um deve fazer sua parte por menor que pareça o gesto.
Na indústria, utiliza-se basicamente dois tipos de energia: térmica e elétrica. A energia térmica resulta da queima de combustível para gerar o calor necessário nos processos produtivos. A energia elétrica, por sua vez, movimenta os motores e máquinas da empresa e ilumina os ambientes.
Nas residências somente utilizamos a energia elétrica e algumas medidas simples ajudam a diminuir o consumo domiciliar de energia - o que é bom para o bolso e para o meio ambiente. O primeiro passo é: na hora de comprar um eletrodoméstico verificar se ele possui o selo Procel de economia de energia elétrica, que identifica os produtos mais econômicos e eficientes.
Além disso é preciso que as pessoas criem novos hábitos de consumo. Por exemplo: desligar a chave geral da residência quando a família viajar por um período longo, evitar o uso de benjamins que sobrecarregam as tomadas e desperdiçam energia, usar fios de espessura adequada, fazer manutenção periódica e racionalizar o uso dos eletrodomésticos que consomem mais energia. São soluções fáceis de adotar e incorporar à rotina da casa, e os resultados, com certeza, serão visíveis já na próxima conta de luz.
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