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Conceitos básicos de economia 1

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Autor : shiningmoon
Resumo escrito por : shiningmoon
Visitas : 6583  palavras: 900   Publicado em: setembro 26, 2007
Conceitos básicos de economia
A economia pode ser subdividida em dois grandes segmentos:
- Macroeconomia: trata da evolução da economia como um todo, analisando a determinação, comportamento e relações das partes.
- Micro economia: trata da composição específica de cada mercado e dos agentes destes.
As partes da macroeconomia são denominadas agregados macroeconómicos, são elas que possibilitam uma análise do desenvolvimento de um país, facilitando a mensuração do nível de desenvolvimento e crescimento económico.
Os principais agregados macroeconómicos são:
Produto: conjunto de riquezas apropriadas ou produzidas num dado período de tempo. É expresso em unidade monetária e agrega todos os bens e serviços, mesmo que de natureza distinta.
- Produto Interno Bruto (PIB): valor de todos os bens e serviços finais produzidos por um país num determinado período.
Sujeito à depreciação, que é o desgaste dos equipamentos e estruturas económicas necessárias para a produção de tais bens e serviços.
- PIB pm (a preço de mercado);
- PIB cf (a custo de factores): aqui são desconsiderados impostos indirectos e subsídios;
PIB cf = PIB pm - impostos + subsídios
PIB pm = PIB cf + impostos - subsídios
- Produto Interno Líquido (PIL): é o PIB decrescido das eventuais depreciações que ocorrem.
Ambos produtos internos são expressões da quantidade de riqueza produzida pelo país. Produtos nacionais não consideram
riquezas apropriadas por um país (rendas recebidas e/ou enviadas ao exterior). Portanto o produto nacional é o Produto
Interno, retirado da diferença entre as rendas enviadas com as rendas recebidas do exterior. PN = PI - (renda enviada ao
exterior - renda recebida do exterior). O produto interno é a renda no país, o produto nacional é a renda do país.
O valor de cada bem produzido por um país já inclui os gastos necessários para compra das matérias-primas, mão-de-obra
empregada etc., então se somarmos o valor de produção de cada bem final, estaremos somando a produção de
matérias-primas também.
Exemplo: imaginemos uma economia que produz apenas sapatos. O preço dos sapatos já inclui os preços do couro e das
tintas, por sua vez, os preços das tintas e do couro inclui os preços da produção destes insumos (as tintas são produzidas por
meio de corantes...)

Em destaque, as diferentes formas de se chegar ao produto: pelo valor das vendas, pela soma dos valores agregados ou
mesmo, pelo valor total das vendas retirada do custo da matéria-prima.
O valor agregado (ou adicionado) refere-se ao valor da produção (VBP) retirando-se o custo dos bens intermediários. Os
valores agregados são os valores pagos na forma de salários, lucros, juros e alugueres. É a renda de uma economia.
Para evitar ambiguidade na soma, dizemos que o produto é a soma do valor de todos os bens e serviços finais produzidos em
determinado período. (Tal definição coincide com a soma dos valores agregados, que por sua vez é chamada de renda).
Produto, portanto, é o mesmo que valores agregados e, por sua vez, é o mesmo que renda.
Renda: é a soma dos rendimentos pagos aos factores de produção para obter o produto num determinado período. Composta
por alugueres (a), lucros (l), salários (w) e juros (j). R = w + j + a + l




Fluxo circular da renda. Os bens e serviços preenchem o mais externo, e o interno é o fluxo de capital.
Despesa: é a soma dos gastos dos agentes económicos na compra de produtos ou bens finais. Gastos das famílias (C), gastos das empresas (I), gastos do governo (G) e as despesas líquidas do sector externo (X - M ; Exportações - Importações) formam a despesa nacional. DN = C + I + G + (X- M).
Produto, renda e despesa nacionais são diferentes ópticas que permitem medir o desempenho económico de um país, seja pela quantidade de produtos produzidos e os valores dos mesmos, ou pelos rendimentos e até mesmo pelos gastos responsáveis pela manutenção dos factores de produção. E a identidade básica das contas nacionais nos leva a concluir que RN = PN = DN.
Poupança: parcela da renda nacional não envolvida no consumo no período. Portanto, poupança (S) é a renda nacional subtraída do consumo (C).
S = RN - C
Investimento: parcela da produção que gera aumento da actividade produtiva. É o gasto em bens produzidos não consumidos no período. (I = PN - C)
Exemplo: investimento em bens de capital e variação do stock. Como os investimentos também depreciam com o tempo, é possível dividi-los em brutos e líquidos, tal como foi feito no conceito de produto.
Poupança e investimentos são conceitos distintos que apresentam o mesmo resultado (nem todo dinheiro poupado é investido no mesmo período).
Valores reais e nominais:
Quando se analisa o volume de produção de uma economia de um país e este aumenta, deve ser feita a seguinte consideração: a economia do país produziu mais ou os bens e serviços estão sendo vendidos a preços mais elevados?
Para tanto, é preciso entender a necessidade de desenvolvimento dos conceitos de Produto Nominal e de Produto Real. O primeiro reflecte os preços e quantidades de bens e serviços produzidos, o segundo, reflecte as quantidades produzidas, mantendo o preço constante referente a um ano base.

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  1. oqueeaeconomia

    teresaana

    terça-feira, 1 de abril de 2008

    saberdaeconomiaosfenomenos

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