Jorge Duarte estabelece as
atividades que podem ser
incluídas no campo da comunicação organizacional e
afirma que a interação
dessas atividades
forma um composto de comunicação. Este teria caráter sistêmico
e realizaria um papel galvanizador dentro da empresa e uma boa
imagem frente ao
público externo.
Esta comunicação
integrada exige um
profissional com um
perfil diferente do tradicional: menos
especializado e com visão global da empresa e seus objetivos. De forma que o
empresário passa a ver a comunicação como fundamental para o sucesso da
empresa. Assim o profissional atual deve ser melhor habilitado para pensar
estrategicamente a comunicação, ou seja, deve agir como um executivo de
informações e um interprete do macroambiente.
Este perfil de
profissionais ainda é difícil de se encontrar, seja pela má formação nas
escolas, seja pela estrutura de passagem de conhecimento dentro das empresas,
ou seja, por vícios pessoais (o profissional tem responsabilidades estratégicas,
mas prefere se dedicar a confecção das tradicionais peças).
O autor afirma que em
termos de formação básica, o profissional que melhor atenderia aos requisitos
da atualidade seria o RP. Mas esta profissão sofreu um profundo desgaste de
imagem nos últimos tempos e ainda não conseguiu superar. Hoje em dia, diversos
profissionais ocupam funções típicas de RPs mas com outros cargos. Além de várias
expressões relacionadas às RPs são hoje utilizadas por outros profissionais
como novidade.
Enfim, o profissional
de comunicação deve conciliar competência técnica com uma visão gerencial
moderna, sendo capaz de atuar junto à alta administração das organizações,
ajudando na definição de seus rumos.
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