O Repórter Esso ganhou sua versão na
televisão em 1o de abril de 1952. Desde 28 de agosto de 1941, ele era o mais importante noticioso do rádio. Naquele dia 1o, às 19h45, o famoso prefixo musical marcou a entrada do programa jornalístico no ar
pela TV Tupi. A edição paulista tinha Kalil Filho como apresentador. No Rio, Luis Jatobá, por pouco tempo, e Gontijo Teodoro, que ficou até o final. Na TV Itacolomi, em Belo Horizonte, tinha Luiz Cordeiro no comando; na TV Piratini, em Porto Alegre, Helmar Hugo; na TV Rádio Clube, em Recife, Edson Almeida. A Agência Nacional e a United Press Internacional (UPI) abasteciam o
telejornal com notícias. A empresa norte-americana de petróleo, a ESSO, patrocinava e orientava o modelo deste noticiário em diversos países (Esso Reporter). Assim como no rádio, o Repórter Esso na TV ficou conhecido pela pontualidade e credibilidade junto aos telespectadores. Seus slogans eram famosos: "Repórter Esso, o primeiro a dar as últimas" e "Repórter Esso, a testemunha ocular da história". O suicídio do presidente Getúlio Vargas, em 24 de agosto de 1954, teve cobertura histórica deste telejornal. Nos intervalos, os comerciais das gotinhas animadas fizeram muito sucesso durante os anos 60. Bastante prejudicado pela censura, no final dos anos 60 e início dos 70, o telejornal só mostrava desfiles de modas e matérias sobre amenidades. O "Repórter Esso" encerrou sua carreira na TV Tupi do Rio de Janeiro em 31 de dezembro de 1970
Mais resumos sobre Repórter Esso - marcos do telejornal