Este filme relata o contato de um
psiquiatra com um antropólogo que sofreu um trauma o qual deixou-o sem falar e com um comportamento agressivo.
O psiquiatra é um jovem com grandes objetivos para sua carreira profissional e com o surgimento desse caso, ficou bastante ansioso para solucionar o problema e escrever um livro sobre o caso.
Na primeira
entrevista com o antropólogo o psiquiatra não é bem sucedido pois o
paciente não mantém nenhuma forma de diálogo. No local onde ocorre a entrevista além dos dois, há presença de guardas e um médico, mas o médico não desiste e terá algumas fotos da casa do paciente e consegue outras da selva,
filhote de
gorila e uma da
filha de seu paciente quando era criança, com a filha do paciente.
No terceiro encontro o médico mostra as fotos o que causa uma reação quando o paciente ver as fotos do filhote de gorila e de sua filha. O médico disse que a sua filha está muito triste por causa dessa ausência de diálogo do pai. Neste momento o paciente diz a primeira palavra depois de vários meses: “adeus”.
Nas sessões seguintes o antropólogo e o médico já têm uma liberdade pois ambos ficam sozinhos no local da entrevista. Neste dia o paciente relata tudo o que aconteceu na selva. O contato que ele manteve com os gorilas, as dificuldades para conseguir ficar em grupo com estes animais selvagens e o porquê da morte de dois homens na selva ocasionada por ele. Estes homens eram caçadores e no momento em que o antropólogo estava com o filhote de gorila eles chegaram atirando, o que causou a morte da mãe e do pai gorila.
Este acontecimento
deixou o antropólogo bastante revoltado e isto fez com que ele matasse os dois caçadores.
Ao terminar de relatar este episódio o paciente não queria falar, mas o médico querendo manter o controle queria que ele continuasse falando. Isto deixou o paciente bastante agressivo e ele tenta matar o médico. Neste momento o antropólogo pede para o psiquiatra escrever o que ele tinha tirado do médico. O psiquiatra muito nervoso escreve “o controle” mas a resposta estava errada e o paciente dar-lhe mais duas oportunidades para ele responder correto. Na segunda ele escreve “minha liberdade” e a resposta continua errada. Na última o médico escreve: “minhas ilusões” e o antropólogo não o mata.
Depois desta entrevista o médico fica sabendo a causa do comportamento agressivo e ausência de falar de seu paciente. O antropólogo se culpava pelo ocorrido na selva ocasionando a morte dos seus verdadeiros amigos.
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