CONFIANÇA ou FALTA dela?
Deixei
uma resposta no YR a quem inquiria sobre que fazer em caso de um dos membros do
casal ter qualquer problema sobre a vida sexual em comum.
Quando era membro de uma Igreja Evangélica ajudei a promover um curso sobre sexualidade, talvez pela
conversa que ouvi e jamais esqueci.
O tempo entre a conversa e a promoção do curso foi escasso, lembrei-me agora que teria sido esse o motivo, talvez, da sua realização, apesar de isso ser irrelevante, para a resposta dada e que deixo aqui.
Quando tinha 15 anos ouvi uma conversa entre uma senhora (a quem o marido maltratava, mas mesmo assim viviam juntos) e uma jovem que ia casar e que a questionava acerca do sexo entre o casal, lembro ainda depois destes anos todos: "nunca permita que ele faça sexo "por trás" ISSO estraga a mulher"; acresce dizer que naquela altura pouco se sabia sobre sexualidade; anos mais tarde, teria os meus 24/25 anos fui eu a fazer o papel da tal "senhora" para uma colega que me inquiriu acerca do que a mulher deve ou não permitir, a minha resposta FOI DIFERENTE DA QUE OUVIRA na adolescência:"..entre um casal deve existir confiança e se ainda existir amor entre os DOIS saberão instintivamente o que fazer, disse ainda o mais importante: não dizer a terceiros o que na "conversa" a dois se tem. Ilusão da juventude? Não, ainda hoje penso assim.
Sei que há muita conveniência em estar a dois, mas é preferível estar SÓ do que não ter confiança em quem partilha o nosso espaço-tempo; é preferível TER o necessário à subsistência, mas SER.
Atente na diferença entre estes verbos TER/SER.
Nota: veja a dois o filme "A GUERRA DO FOGO".
(Este o motivo por estar este resumo neste espaço).
Mais resumos sobre A Guerra do Fogo no CASAL