O Congresso de Viena de 1815, estabeleceu a proibição do trafico negreiro no Atlântico Norte. A Inglaterra, grande responsável
pela medida, estava disposta a eliminar o comercio de africanos.
Em 1810, tratados firmados entre a coroa portuguesa no Brasil e a Inglaterra determinaram a abolição do trafico; mas o comercio continuou. Somente em 1850 a Lei Eusébio de Queiroz aboliu completamente o trafico.
A abolição da
escravatura no nordeste brasileiro transformou o escravismo num regime de trabalho semi-servil.
No centro-sul, com melhor equipamento urbano estimulado pelos investimentos do capital cafeeiro na industria, o negro pode ser absorvido pela forma capitalista de trabalho assalariado. Entretanto, o despreparo dessa mão-de-obra e a concorrência do trabalho imigrante transformaram os contingentes libertos em massas marginalizadas socialmente, executando tarefas de menor qualificação e menor remuneração, realimentando o periférico circulo vicioso do subemprego e dos preconceitos dele decorrentes como estereótipos sociais. Alem disso, a influencia de teorias racistas européias, que defendiam a idéia da superioridade racial e cultural do caucasiano loiro, impuseram ao Brasil uma visão de
branqueamento de sua população através do mulato, feito da mistura étnica entre o branco e o negro, tendo em primeiro passo para o “projeto” de branqueamento total.
pela medida, estava disposta a eliminar o comercio de africanos.
Em 1810, tratados firmados entre a coroa portuguesa no Brasil e a Inglaterra determinaram a abolição do trafico; mas o comercio continuou. Somente em 1850 a Lei Eusébio de Queiroz aboliu completamente o trafico.
A abolição da escravatura no nordeste brasileiro transformou o escravismo num regime de trabalho semi-servil.
No centro-sul, com melhor equipamento urbano estimulado pelos investimentos do capital cafeeiro na industria, o negro pode ser absorvido pela forma capitalista de trabalho assalariado. Entretanto, o despreparo dessa mão-de-obra e a concorrência do trabalho imigrante transformaram os contingentes libertos em massas marginalizadas socialmente, executando tarefas de menor qualificação e menor remuneração, realimentando o periférico circulo vicioso do subemprego e dos preconceitos dele decorrentes como estereótipos sociais. Alem disso, a influencia de teorias racistas européias, que defendiam a idéia da superioridade racial e cultural do caucasiano loiro, impuseram ao Brasil uma visão de branqueamento de sua população através do mulato, feito da mistura étnica entre o branco e o negro, tendo em primeiro passo para o “projeto” de branqueamento total.