Segundo o economista Paul Singer, o operário não é apenas aquele homem que trabalha nas fabricas, do qual temos uma imagem
convencional, trabalhando na execução das tarefas de operação das maquinas; sendo o
proletariado ou a classe operaria basicamente o conjunto das pessoas desprovidas de propriedade ou de qualquer fonte de renda, que por isso são obrigadas a alugar a sua capacidade de trabalhar, vender a sua força de trabalho para viver. São os assalariados.
Podendo-se considerar que hoje vivemos uma nova Revolução Industrial.
Se, num primeiro momento, o setor industrial cresceu à custa de mão-de-obra barata e desqualificada, atualmente isso já não é possível.
O serviço mecânico e repetitivo dos primeiros operários está sendo substituído pelas inovações tecnológicas e o desenvolvimento da ciência, o que explica o desemprego estrutural e a grande quantidade de pessoas ocupadas na
economia informal.
A gestão participativa exige do operário maior qualificação, capacidade de raciocínio e decisão e criatividade.