Eu ouvi este provérbio recentemente: “Se você não compreende algo está sob ele”. Eu sou a favor de encontrar a verdade
absoluta enquanto existe e enquanto é relevante a minha vida; em nenhum custo, assim que em fazer exame no cliente que a coisa a mais importante na vida a mim está ganhando o conhecimento e a experiência pessoais, eu não posso começar a expressar como muito liberating a é ser em uma posição onde ninguém não controle nenhuma influência sua mente e suas ações. Eu incorri o displeasure dos muitos um líder da igreja sobre os anos para simplesmente audaz para viver verdadeiro aos fatos de minha vida, melhor que cair na linha como um animal dumb pôde. Eu vi alguns daqueles líderes e de seus cohorts em domingo, e quando eu podia prender minha cabeça acima da elevação e olhar cada deles no olho, eu observei que eram incapazes de reciprocate. Eu tenho uma reputação para ser terrível em minha maneira quando necessário, mas era sobre muito mais do que aquele. Um amigo disse-me que alguma hora há aquela o problema e a diferença é que eu sou genuíno visto que outro é papel que joga (falsificação), e supõe aquele como ele, mim demasiado falsificação do am. Eu tentei compreender o que significou, mas eu não o comecei: Eu agora. Não somente eu começo-o, mas eu tinha escrito realmente algo similar (subtitulado, a arte do deception) no capítulo 3 dos nós existo! Por que? Eu escrevi: “É você concernido mais com como outro o percebe? Que sobre como você percebe você mesmo? Se nós fôssemos concernidos mais sobre nossa integridade pessoal para nos, nós nunca sentiríamos a necessidade propor nossos selves melhores; nós já portraying a interna, assim que manifestar-se-ia externa, automaticamente. Tem que ser fingir muito mais duro ser honesta, do que é realmente ser honesta. Que você pensa? Nós praticamos o deceit porque nós somos demasiado preguiçosos trabalhar em povos melhores se tornando, e porque nós queremos outros pensar altamente de nós. Por que então não podemos nós se conservar o problema de fingir ser quem nós não somos, se transformando a pessoa que nós estamos fingindo ser? Se nós fizermos exame do problema para fingir, é óbvio que nós sabemos que nós não somos o que nós devemos ser.” Assim lá você tem-no. Eu soube-o, mas eu não compreendi que eu. Compreender é conseqüentemente a chave confiàvel a aplicar o conhecimento, e somente o indivíduo pode sempre saber a verdade deste, por experimentar independentemente.