Os arqueólogos sempre se preocuparam em responder perguntas mais importantes do que em saber de quem era o rosto da
esfinge mais famosa. Para isso, o avanço da tecnologia foi de importância imprescindível. Com a facilidade que existe hoje em mapear o DNA, arqueólogos encontram respostas mais rapidamente do que no passado. Essa evolução das técnicas ocorreu de forma muito gradual. Em 1816, Christian Thomsen classificou as idades da Pedra, Bronze e Ferro. Sua observação foi fundamental para que outros arqueólogos encontrassem indícios de que a presença do homem na terra era mais antiga do que se pensava. Em 1879, o espanhol Marcelino de Sautuola fez uma descoberta que provava que o homem
ancestral já tinha intelecto e sensibilidade desenvolvidos: era uma caverna com pinturas da idade da pedra. Em 1881, num cemitério egípicio em Tebas, pedras presas ao muro por obra de humanos indicavam a presença de civilizações muito antes dos faraós, derrubando as interpretações bíblicas que datam a origem humana em 4000 a.C. Em 1927 Charles Lambert encontra um artefato numa caverna na Palestina, era a prova da capacidade agrícola do homem pré-histórico. Em 1976, pegadas de 3 hominídeos africanos, bípedes, sob cinzas vulcânicas são encontradas por Mary Leakey. Além de indicar a presença do homem em 3,5 milhões de anos atrás, indicam parte da origem: Laetoli, Tanzânia. Atualmente é Ida o ancestral mais antigo e suas fotos pode ser acessadas pela internet.