Droga é toda e qualquer substância natural ou sintética que introduzida no organismo modifica suas funções. As naturais
são obtidas através de determinadas plantas, de animais, e de alguns minerais. As sintéticas são fabricadas em laboratórios, exigindo para isso técnica especial.
O termo droga presta-se a várias interpretações, mas comumente suscita a idéia de uma substância proibida de uso ilegal e nocivo ao individuo, modificando-lhe as funções, as sensações, o humor e o
comportamento. São três as formas de classificação: as
estimulantes, os depressores e os perturbadores das atividades mentais; os quais envolvem analgésicos, estimulantes, tranqüilizantes e barbaturicos, além do álcool e substâncias voláteis.
A intoxicação aguda é uma condição transitória, seguindo-se a administração de álcool ou outra substância psíquica, resultando em perturbações no nível de consciência, cognição, percepção, afeto, comportamento ou outras funções ou respostas psicofisiologicas. O estado de intoxicação periódica ou crônica é nocivo ao indivíduo e para a sociedade.
Determinada pelo consumo de drogas, seja natural ou sintética esta se caracteriza pela falta e pelo forte desejo que o obriga a continuar com o uso da droga. Independente de sexo ou idade, gravidez ou não, sempre que se suspendem abruptamente os narcóticos, eclode numa pessoa viciada nestas drogas uma seqüência de sintomas que vão caracterizar a síndrome de abstinência narcótica.
Desse modo é necessário agir com habilidade na redução da demanda por drogas, o objetivo deve ser o de fazer com que os jovens parem de experimentar, assim como, encorajar os usuários a procurar tratamento. O processo de parceria deve ser criado de forma que o viciado confie nas comunidades ao invés de serem confrontados. A prevenção e o cuidado não devem ser feitos para as pessoas e sim com as pessoas.