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Resumos e revisões curtas

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Shvoong Home>Ciências Sociais>Gestão de Informações

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Gestão de Informações

por : hgespuny    

Autor : Herbert Gonçalves Espuny
Quando se inicia uma nova atividade, em qualquer empresa, o primeiro passo é identificar em que estágio está a atividade
de segurança na empresa. O que está sendo feito, quais os pontos fortes e fracos, quais os processos implantados, etc. Após avaliar o estado geral dos serviços é necessário avaliar o quanto a área da segurança está suprindo as necessidades. Sabendo-se o que se faz e o grau de satisfação/insatisfação na área específica da segurança pode-se estabelecer um programa de implantações de novos serviços ou a reprogramação de eventuais atividades existentes mas que não estejam suprindo as necessidades.
                    Após estes passos iniciais é necessário criar uma cultura de Gestão de informações na empresa, caso a mesma não possua. Inicialmente, é necessário o apoio amplo e irrestrito da alta direção. Nenhum programa novo de segurança vai em frente se não houver o apoio da diretoria. Complementa-se a iniciativa com programas que estabeleçam dois pontos fundamentais: confiabilidade e praticidade. Os programas devem ser confiáveis. Devem, sinceramente, buscar benefícios tanto para os empregadores, quanto para os funcionários, fornecedores, clientes, etc. As iniciativas confiáveis são pautadas pela ética, pelo bom senso, pela legalidade e buscando – sempre – o desenvolvimento da empresa e do funcionário. Na área de informações é necessário ter um setor específico de pessoas treinadas para receber as informações, processa-las e tomar ações positivas em relação a elas. É necessário difundir entre funcionários e até clientes e fornecedores que a informação na empresa é levada a sério. E é importante demonstrar isto premiando aqueles que efetivamente levarem a política de informações a sério. Outra iniciativa que pode ser implantada é a chamada Hot-Line, ou canal direto com a Diretoria ou a Segurança, pronto para apurar irregularidades de qualquer origem. Desde reclamações de consumidores insatisfeitos até funcionários que denunciam práticas irregulares de seus pares. O importante num trabalho destes é a efetividade: as reclamações ou denúncias devem ser rigorosamente apuradas e as providências tomadas... Senão, perde-se a confiabilidade.
                    Outro fator importante é a praticidade. Não se pode implantar programas ou metas impossíveis de serem atingidas. Se a empresa, exemplificadamente, decide que todos os funcionários devem possuir curso superior ela precisa se perguntar se realmente necessita disso, quanto de seus funcionários já se enquadram neste requisito, qual o custo de conformação, ou seja, a empresa auxiliará quem não possui curso superior (subsidiando uma faculdade, por exemplo) ou simplesmente demitirá os “não-conformes” (com todo o custo decorrente das dispensas e de novas contratações)? Enfim, segurança empresarial, hoje em dia, já não cuida somente de aspectos patrimoniais básicos. O gestor de segurança precisa estar atento e colocar todos os instrumentos disponíveis da Gestão Estratégica à disposição da empresa para que o ambiente seja cada vez mais seguro e propicie experiências positivas tanto para os proprietários quanto para os funcionários, clientes, fornecedores e, de forma mais ampla, a sociedade em geral.
 
Publicado em: março 01, 2008
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