Houve uma pronúncia a favor das teses de
Marx, em que “quanto mais numerosas forem as pessoas mais abundantes serão
as ideias e as sugestões, mais elevado é o entusiasmo e maior a energia”. No entanto, na China de hoje, o que se favorece são as
medidas claramente
malthusianas, como a redução da natalidade, baseadas no retardar da idade do casamento. Encontra-se muito difundida a
ideia de limitar os filhos a 2 com a ideia de não ultrapassar a taxa de substituição.
Tem-se generalizado na China toda uma série de medidas com vista ao máximo aproveitamento dos resíduos urbanos e das matérias-primas; a reciclagem para melhorar o meio ambiente; a descentralização da indústria, etc.
Essas vantagens ecológicas, indubitáveis num país com uma população colossal, é o que nos permite falar, com razão, de um “modelo chinês” que nem por isso significa que seja facilmente adaptável a outras sociedades.