A contribuição teórica mais especial de Freud é a de que o
comportamento é governado por processos inconscientes e não somente
pelos processos conscientes. Freud explica a libido como
uma pulsão
sexual instintiva existente desde o nascimento, e esta é a força
motivadora do comportamento.
A psicanálise é uma teoria que possui como característica inicial o
determinismo psíquico, sua função é explicar que nada ocorre por acaso,
ou seja, não há descontinuidade na vida
mental. Cada evento mental tem
explicação
consciente ou
inconsciente, mas eles ocorrem tão
espontaneamente, que Freud os descreve ligando um evento consciente a
outro.
No inconsciente estão as pulsões, que são duas forças complementares,
pulsão de vida e de morte. As pulsões são forças que estimulam o corpo
a liberar energia mental, Freud os dividiu em duas categorias: os
instintos de vida que se referem à autopreservação, esta forma de
energia manifesta é chamada de libido; e instinto de morte que é uma
força destrutiva, e pode ser dirigida para dentro. O consciente é a
parte da mente que estamos cientes, porém Freud se interessou mais pelo
inconsciente, que é uma área menos explorada e exposta.
O nível consciente refere-se às experiências que a pessoa percebe,
incluindo lembranças e ações intencionais. A consciência funciona de
modo realista, de acordo com as regras do tempo e do espaço. Percebemos
a consciência como nossa e identificamo-nos com ela. Parte do material
que não está consciente num determinado momento pode ser facilmente
trazida para a consciência; esse material é chamado pré-consciente.
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