A
advogada, Elisabete Chaves, que se encontra presa preventivamente há 14 meses, está acusada de legalizar irregularmente 300 imigrantes. Os factos remontam ao ano de 2001.
Elisabete Chaves está acusada - num processo que envolve mais 14 arguidos - da prática de
um total 658
crimes: um de associação de auxílio à imigração
ilegal, um de angariação de mão-de-obra ilegal, 198 de auxílio à imigração ilegal, 198 de falsificação, 198 de falsificação de documento autêntico, 34 de corrupção activa, 18 de lenocínio, sete de tráfico de influências, quatro de burla e um de descaminho. A defesa da advogada constestou já as acusações de auxílio à imigração ilegal.
Para além da advogada, o DIAP/Porto acusou o funcionário administrativo do SEF José Alberto Bessa de 206 crimes e os inspectores do mesmo organismo, Jaime Manuel Oliveira e Isilda Matos Mendes, respectivamente de 50 e de 226 crimes.
O
inspector da Inspecção de Trabalho, Joaquim Costa e Silva é acusado de nove crimes, estando ainda envolvidos no caso um outro inspector do SEF, um advogado, os pais da principal arguida e seis empresários.
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