A vida seria infinitamente mais feliz se nós pudéssemos nascer com a idade de 80 anos e gradualmente nos aproximássemos dos
18." A partir dessa frase de Mark Twain , o escritor F. Scott Fitzgerald escreveu, nos anos 1920, um conto sobre um homem que nasce velho e morre bebê. Em pleno século 21, a mesma história chega à telona sob o título de "O Curioso Caso de
Benjamin Button", Pitt dá vida ao protagonista Benjamin Button, um homem que nasceu sob "circunstâncias incomum". Enquanto os Estados Unidos comemoram o final da 1ª Guerra Mundial, sua mãe dá à luz um bebê de aparência bem estranha, e morre no parto. Inconformado, seu pai o abandona em um asilo de Nova Orleans, onde o menino passa a ser criado pela empregada Queenie, com poucas horas de vida, Benjamin apresenta problemas de uma pessoa idosa, como catarata e artrite. Todos imaginam que o recém-nascido morrerá logo, mas ele sobrevive e assim vai crescendo, sempre com a aparência de um velho, o garoto é visto e tratado como um igual no asilo, apesar de ter todos os trejeitos de uma criança. Os anos entao passam e , Benjamin fica mais novo. Seu cabelo cresce, suas rugas desaparecem e seu físico se torna mais vigoroso. Assim ele conhece figuras como um pigmeu, um capitão de barco com quem viaja o mundo e a mulher de um diplomata que sonha em cruzar o Canal da Mancha a nado com ela dá o seu primeiro beijo. O amor da vida de Benjamin é Daisy. Enquanto ele fica mais novo, ela envelhece. A diferença física entre os dois é sempre bastante visível, até que, em um determinado ponto, os dois finalmente atingem idades parecidas, não terão o prazer de passar a velhice juntos, não da maneira convencional.
O filme é sensacional