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Shvoong Home>Medicina E Saúde>Radiologia>O câncer mais comum entre as Mulheres

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O câncer mais comum entre as Mulheres

por : Anonymous    

Autor : Juscelino Alves dos Santos
O câncer de mama é provavelmente o mais temido pelas mulheres, devido à sua alta freqüência e, sobretudo pelos seus efeitos
psicológicos, que afetam a percepção da sexualidade e a própria imagem pessoal. Ou seja, quando no caso de cirurgia ocorre a remoção da mama (mastectomia), o este tipo de câncer é relativamente raro antes dos 35 anos de idade, mas acima desta faixa etária, sua incidência cresce rápida e progressivamente. Atualmente, foram identificados mais de cem tipos desta doença, sendo que a maioria tem cura (benignos), desde que identificados num estágio inicial e tratados de forma correta, é o tipo de tumor mais comum nas mulheres (com exceção dos tumores de pele) é a segunda causa de morte por câncer em mulheres, vindo após o câncer de pulmão. Os homens também podem desenvolver o câncer de mama, porém é raro, constituindo menos de 1% dos casos. Se o mesmo diagnosticado em fases iniciais, tem ótimas chances de cura, com uma sobrevida de 5 anos de 97%. Mesmo quando o diagnóstico não é tão precoce, novas terapia têm possibilitado muitas mulheres vivem com a doença e apresentam uma boa qualidade de vida. Esta doença ocorrer por um crescimento de células anormais no interior das mamas. Não se trata de uma simples doença, senão de um grupo de doenças, que podem se desenvolver nos dutos, lóbulos e outras partes das mamas. É responsável por cerca de 32% de todos os cânceres encontrados em mulheres. Algumas delas são mais propícias a desenvolvem câncer do que outras, se apresentarem os seguintes fatores de risco: casos familiares, menarca precoce, menopausa tardia, aborto, obesidade, nunca ter amamentado, fumar, uso excessivo de álcool, ferimento no seio. Contudo, o câncer de mama tem sido melhor detectado, o que resultou numa redução no número de mortes relacionadas a ele nas últimas duas décadas. Além disso, diagnósticos precoces redundam em tratamentos menos agressivos para muitas pacientes, mesmo que a mulher não se submeta a uma mamografia, ela mais informada do risco do desenvolvimento de um câncer de mama e assim, tende a observar e mesmo examinar suas mamas fazendo o auto-exame no período entre as mamografias. Por causa deste aumento da consciência, mulheres que apresentam este tipo de câncer, em estágio avançado são muito raras nas nações industrializadas. Em algumas mulheres esta doença pode ter se espalhado para órgãos distantes, antecedendo o exame de mamografia ou sintomas apresentados antes do câncer de mama ser detectado, isto pode ocorrer porque os estágios iniciais não causam sintomas. Essas pacientes podem apresentar sintomas relacionados a esses órgãos. Por exemplo, se o câncer tiver atingido os ossos, a mulher poderá desenvolver dor ou fratura nos ossos. Diagnósticos de câncer envolvem um procedimento de biópsia. Muitas vezes uma anormalidade na mamografia leva à biópsia, a mulher pode ter sentido inchaço nas mamas ou o médico, ao examinar a paciente, pode ter sentido um inchaço na região o que justifica a biópsia, que é o procedimento pelo qual uma pequena parte do tecido da mama é removido e examinado sob um microscópio. Um típico câncer de mama apresentar características para uma análise conclusiva. Algumas vezes a anormalidade pode ser um tipo não invasivo de câncer de mama, chamado tumor localizado. A cirurgia é a primeira linha de tratamento o tipo de procedimento cirúrgico depende do tamanho do tumor e do estágio do câncer. As opções variam de incisões que retiram um mínimo de tecido da mama à raramente utilizada mastectomia, que remove a mama, os músculos do tórax e nódulos linfáticos próximos. A cirurgia é freqüentemente acompanhada de tratamentos adicionais, como a terapia de radiação, quimioterapia, terapia hormonal ou biológica. A causa do câncer de mama não é conhecida. A importância do período de recuperação das pacientes em tratamentos e variado de acordo com as características individuais, a extensão da doença e o tratamento recebido. A prática de exercícios físicos após a cirurgia, ajudaa restabelecer os movimentos e a recuperar a força no braço e no ombro. Auxilia, também, na diminuição da dor e da rigidez nas costas e no pescoço, os exercícios são cuidadosamente programados e devem ser iniciados tão logo o médico lhe permita, o que costuma ocorrer um ou dois dias após a cirurgia. Diante do exposto, da forma como se origina o câncer de mama, e pela grande quantidade de mortes ocorridas na comunidade feminina, durante muito tempo as autoridades governamentais combatiam e encaravam o câncer de mama no Brasil de forma não eficiente. Percebeu-se que essa doença era tratada apenas de forma repressiva, ou seja, apenas quando descobria à doença em fases bem evoluídas, e diante disso, nem mesmo o tratamento e a medicação conseguiam a cura. A partir de então, passou a pensar no combate à doença de forma preventiva, ou seja, na fase inicial, onde o tratamento se torna mais eficiente. Com o intuito de atingir o objetivo, o governo desencadeou uma série de orientações à população feminina estimulando as mulheres a fazerem não apenas as mamografias, mas também o auto-exame com as próprias mãos, uma vez que esse procedimento preventivo não existe custo, é o método mais fácil e rápido de diagnóstico precoce, o ideal é que se torne um hábito que ele seja um costume de toda mulher.
Publicado em: setembro 12, 2007
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