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Shvoong Home>Medicina E Saúde>Patologia>Resumo de Toque Estimula O Crescimento - Nanismo: A Doença Dos Afectos

Toque Estimula O Crescimento - Nanismo: A Doença Dos Afectos

Resumo do Artigo Científico   por:CarlaSantos    
ª
 
Nanismo: a doença dos afectos
Toque estimula crescimento

A ausência do toque anula o conforto de um abraço, a segurança de uma carícia e a confiança de um beijo, visíveis nas alterarações bioquímicas que caracterizam o nanismo. Esta doença está directamente associada à deficiência da hormona do crescimento, libertada pela pituitária, cujo bom funcionamento se alimenta do amor e dos afectos desde tenra idade, em particular os oriundos por parte dos pais (em especial a mãe) ou pelas figuras de suporte da criança.

As alterações bioquímicas mencionadas reflectem-se num atraso do desenvolvimento físico, deficiências ao nível cognitivo e baixo índice psico-neurológico. Este conjunto revela que os portadores de Nanismo são pessoas tendencialmente baixas, com um sistema orgânico dado a maleitas, já que o seu sistema imunitário é deficiente (também associado às funções de protecção da pele, pouco estimulada pela ausência do toque), com dificuldades de atenção, aprendizagem e de enquandramento socio-cultural (pois não têm padrões definidos de formas relacionais, básicas para a adaptação e vivência em sociedade) e com uma auto-estima e confiança muito baixas.

Quando a criança já consegue exprimir-se, a doença manifesta-se por factores como uma ansiedade constante, um estado de agressividade latente dada a dificuldade em gerir as suas emoções, a revolta constante contra tudo e todos, que retrata a frustação e a angústia presentes, a necessidade de chamar a atenção de forma a receber algum tipo de interação com os outros e uma dependência excessiva de amor, que pode levar à dependência de outrém ou ao isolamento como forma de defesa

Em adolescentes, a tendência é transformarem-se em palhaços ou marginais de forma a cativar os afectos pelo riso ou pelo respeito, ao correrem determinados comportamentos de risco. No estado adulto, o nanismo revela-se na ansiedade extrema (por vezes doentia), na tendência para a depressão, no desenvolvimento de problemas alimentares (obesidade, anorexia/bulímia), no recurso a drogas (para aliviar as dores da alma ou como consequência da integração a qualquer custo pela via dos comportamentos de risco) e a relações afectivas desequilibradas (ligam-se a quem lhes der uma amostra de afecto).

Estes seres acarretam dentro de si uma tristeza profunda por se sentirem não aceites, não reconhecidos e não encaixados nalgum meio. Podemos passar sem pão, mas não podemos passar sem um olhar de reconhecimento ou um toque de afecto, que nos mostre que existimos com um propósito e para alguém. A bem da saúde, amem.
Publicado em: 28 fevereiro, 2011   
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