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Shvoong Home>Medicina E Saúde>Neurologia>Resumo de Consciencia e inconsciencia

Consciencia e inconsciencia

Resumo do Artigo   por:MiSy_Artg     Autores: ARBEX; C.; FREUD; S.; SOARES; E.
ª
 
O nosso cérebro é vasto e a maioria das pessoas jamais conseguiu utilizar uma fração desse potencial.

Alan Turing, um pesquisador inglês, fez um teste de consciência em que um computador teria que se passar e convencer de ser humano e que também era consciente, e apesar de colocar muitos argumentos a sua conversa era vaga e sem sentindo algum. Outras experiências feitas a bordo de uma nave espacial em 1998 demonstraram como é difícil sobrepor o pensamento consciente ao procedimento inconsciente. Aos termos mais tempo para processar o inconsciente, a nossa reação torna-se assim mais precisa.

Infelizmente para Turing sua previsão nunca se concretizou (1950 apud MAY, p.1) “[...] Um dia, as senhoras levarão os seus computadores a passear no parque e dirão umas às outras: O meu computadozinho disse uma coisa tão engraçada está manhã!”.

Outra grande descoberta é a publicidade subliminar em 1950, onde transmitiu imagens instantâneas durante uma projeção de filme em cena, em uma velocidade que fosse registrada somente no seu inconsciente, como coma pipoca e beba coca-cola, referindo assim um grande aumento na vendas de pipoca e a coca-cola.

Comprovações do agir do inconsciente também em exercícios de leitura de nomes de cores quando a letra escrita em cores diferentes, chocando o processamento das idéias de cor que se tenta introduzir na consciência. O lado direito do cérebro tenta dizer a cor e o lado esquerdo insiste em ler a palavra. Os módulos de linguagem do cérebro não podem deixar de interpretar os significados das palavras, por mais que nos influenciem.

Outro aspecto importante da mente inconsciente é a maneira que ela consegue resolver muitos problemas, mesmo o nosso consciente estando ocupado com outras coisas. Não só cientistas como muitos artistas e músicos foram inspirados por sonhos, resoluções do inconsciente.

A mente inconsciente sabe como decodificar muitas coisas do nosso dia a dia. Prova de um exercício de criptograma onde consiste em deixar que esse conhecimento venha, são pistas a partir de palavras contidas na mente consciente como forma de alcançar o que está guardado no inconsciente e chega uma parte em que se descobre uma palavra que tem grande significado para si.

Em termos de linguagem filosófica, Lalande (1996, p. 195) define a consciência, entre outras coisas, como a “[...] Intuição (mais ou menos clara) que o espírito tem dos seus estados e dos seus atos”. Ainda na perspectiva filosófica, Chalmers (1996) afirma que a consciência se refere a vários tipos de fenômenos, tais como: discriminação, categorização e reação a estímulos ambientais; integração de informações, capacidade de relatar a ocorrência de estados mentais; habilidade de um sistema para acessar seus próprios estados internos e controle deliberado do comportamento.

Muito antes, William James (1890) afirma que a consciência consiste em um “[...] estado psíquico que permite ao individuo compreender o que ele percebe do mundo exterior pelos seus sentidos, e de ter conhecimento a cada instante de sua própria existência com tudo o que ela comporta”.

Os fisiologistas Gyton e Hall (1996, p. 669) acreditam que “[...] Talvez a consciência possa ser descrita como o fluxo contínuo de percepção de nosso ambiente ou de nossos pensamentos seqüenciais”.

Porém, independentemente das definições apresentadas, o tema consciência é um problema que gerou e ainda gera inúmeras reflexões e discussões não destituídas de controvérsia.

No inicio do século XIX, Watson, admitia que os estados de consciência não são empiricamente verificáveis e, por conseguinte, não seriam objeto da Psicologia, vista por ele como estudo do comportamento observável (Keller, 1974). Tempos depois Piéron (1969), em seu Dicionário de Psicologia, afirmava que a consciência não era suscetível de ser definida, uma vez que designaria um aspecto subjetivo e incomunicável da atividade psíquica, de que não se poderia conhecer, fora do próprio individuo, senão por meio das manifestações comportamentais.
Já Skinner (1953/2000), que não ignora a consciência e os estados mentais, acreditava que os estados mentais ou estados internos, se situam no organismo, não sendo passiveis de observação empírica, a não ser pelo próprio sujeito. Atualmente Baum (1999) afirma que a consciência não é uma coisa, mas uma propriedade e que a noção de mente é problemática, dado que ela não faria parte da natureza.
Publicado em: 25 janeiro, 2010   
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