A prática de exercícios regulares pode frear o surgimento do
mal de
Parkinson, de acordo com pesquisadores da Universidade de Pittsburgh
(EUA).
Em um encontro da Sociedade de Neurociência, os cientistas responsáveis
pelo
estudo disseram que exercícios físicos podem estimular proteínas
que são vitais para a sobrevivência das células nervosas.
Dopamina
Quando a pessoa sofre do mal de Parkinson, as células do cérebro que contêm o neurotransmissor dopanima vão morrendo aos poucos.
Com isso, mensagens enviadas pelo cérebro não chegam a seu destino da
forma normal, o que causa os
sintomas da doença, como tremores
incontroláveis, lentidão de movimentos e rigidez de algumas partes do
corpo.
Um
tratamento genético experimental para o mal de Parkinson
aparentemente reduz os sintomas da doença sem causar efeitos
colaterais, diz um estudo preliminar sobre a técnica, que avaliou doze
pacientes.
A terapia envolve a introdução de bilhões de cópias de um gene no cérebro, para acalmar o circuito neurológico hiperativo.
O pequeno estudo foi focado em avaliar a segurança do procedimento, e
não sua eficiência, e especialistas advertem que ainda é cedo para
tirar conclusões quanto à eficiência da técnica. Mas consideram o
resultado promissor, e dizem que a abordagem merece ser estudada mais a
fundo.
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