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Linfoma de Hodgkin

Resumo do Livro   por:wiew     Autor : Cecil
ª
 
Linfoma de Hodgkin

Subtipo de linfoma que se caracteriza histologicamente pela presença no linfonodo de
Células malignas binucleadas: Células de Reed-Sternberg
Infiltrado celular de composição variada, com células mononucleadas (células de Hodgkin) e linfócitos T
É responsável por cerca de 30% dos linfomas.
Uma característica dos LH é que eles tendem a disseminar por contigüidade, seguindo para áreas contíguas de linfonodos, disseminando difusamente apenas em estádios mais avançados. A maioria destes linfomas é de células ß.

Patogênese
Ainda é assunto de muito estudo
Papel do vírus EBV
Um grande avanço, porém, foi a descoberta de que a célula de Reed-Sternberg, a célula maligna do LH, descende de linfócitos B do centro germinativo do linfonodo.

Epidemiologia:
Doença rara
Incidência de 2 a 4 casos por 100.000 pessoas/ano
Distribuição por idade bimodal (dois picos de incidência) um ao redor dos 20 a 30 anos de idade, e o outro após os 50 anos de idade.
A incidência dos LH vem se mantendo estável nas últimas décadas

Classificação:
Linfoma de Hodgkin com predominância linfocítica nodular
Linfoma de Hodgkin clássico (subtipos) – 95% dos casos:
Esclerose nodular
Celularidade mista
Rico em linfócitos
Depleção linfocítica

Clínica:
Massas linfonodais indolores e a presença de sintomas sistêmicos
Massa Linfonodal Indolor
70% dos casos
Consistência fibroelástica
Os sítios mais comumente envolvidos são:
Pescoço (60 a 80%)
Mediastino (60%)
Retroperitoneal (20%)
Axilar (10 a 20%)
Inguinal (6 a 12%)
Baço - acometido em cerca de 30% dos casos
2ª forma mais comum de apresentação
Massa mediastinal (exames de imagem)
Eventualmente: dor retroesternal, dispnéia ou tosse
Único linfonodo - disseminação por contigüidade para linfonodos adjacentes, de maneira organizada. Mais tardiamente, tem-se uma disseminação hematogênica e presença infiltração ampla da doença.
Febre – ocorre em 25 a 50% dos doentes, sendo mais comum com estádios mais avançados
Mais noturna, persistente, raramente pode ter um padrão intermitente-recidivante
Perda de peso > 10% do peso basal em 6 m
Sudorese noturna 
Prurido (10 a 15% dos doentes no diagnóstico)
Dor induzida pelo álcool (em locais de invasão óssea e massas linfonodais)
Dor lombar e desconforto abdominal por linfonodomegalia retroperitoneal
Lesões de pele (ictiose, acroqueratose, urticária, eritema multiforme, eritema nodoso)
Síndrome nefrótica (padrão lesões mínimas)
Síndromes neurológicas paraneoplásicas

Exames complementares:
Hemograma: leucocitose (> 15.000/mm3) e linfopenia (< 600/mm3) - pior prognóstico
Velocidade de hemossedimentação (VHS)
Cálcio: hipercalcemia no LH por aumento de produção de calcitriol (granulomatosas)
Função hepática
Função renal
Desidrogenase lática

Diagnóstico:
Biópsia linfonodal: essencial, ideal é ter um linfonodo inteiro

Estadiamento:
Radiografia de tórax
Tomografia computadorizada de tórax, pescoço, abdome e pelve
Cintilografia com gálio ou PET-SCAN com FDG
Ultra-sonografia de abdome (baço)
Biópsia de medula óssea bilateral e outros procedimentos invasivos
Laparotomia: raramente é feita hoje em dia

Prognóstico:
Doença precoce:

Em geral, prognóstico favorável
Fatores prognósticos negativos
Doença mediastinal volumosa (> 10 cm)
Envolvimento de ≥ 4 cadeias ganglionares
Idade > 50 anos ao diagnóstico
Combinação entre sintomas B e VHS > 30 mm/h ou VHS > 50 mm/h ± presença de sintomas B

Doença avançada:

International Prognostic Score (IPS)
Albumina < 4 g/dL
Hemoglobina < 10,5 g/dL
Sexo masculino
Idade > 45 anos
Estádio IV,
Leucócitos > 15,000/microL
Linfócitos < 600/microL ou < 8 % das células totais

Nenhum fator: 84% de sobrevida em 5 anos;
1 fator: 77%
2 fatores: 67%
3 fatores: 60%
4 fatores: 51%
5 ou mais fatores: 42%

Tratamento:

Quimioterapia
ABVD (adriamicina, bleomicina, vimblastina e dacarbazina)
Número de ciclos varia de 4 a 8 (extensão da doença e fatores prognósticos)
Radioterapia
Doença precoce (menos ciclos de quimioterapia)
Predominância linfocítica + cadeias cervicais isoladas (estádio I-IIA - radioterapia apenas de campo envolvido
Doença avançada (lesões bulky ou lesão residual)
Bons resultados
Taxas de remissão completa de até 80% em 5 anos para doença em estádio inicial
55 a 60% para doença em estádio avançado

TMO- Transplante de medula óssea
Pacientes com recidiva precoce (menos de 12 meses após o tratamento)
2ª recidiva após tratamento convencional para primeira recidiva
Recidiva sistêmica
Publicado em: 09 julho, 2010   
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  1. Responda   Pergunta  :    O que é linfonodomegalia retroperitoneal? Veja tudo
  1. Responda   Pergunta  :    massa linfonodal com caracteristicas de linfoma de hodgkin é cancer Veja tudo
  1. Responda   Pergunta  :    linfonodomegalia retroperitoneal Veja tudo
  1. Responda   Pergunta  :    linfoma quantidade15.ooo é caracterizado como cancer? Veja tudo
  1. Responda   Pergunta  :    tenho a doença de hodgkin à 19 anos com 6 recidivas tendo tirado o baço ter feito um autotransplante mais tarde transplante medula ossea e agora apareceu-me lama na visicula se é aconselhavel retirar Veja tudo
  1. Responda   Pergunta  :    Gostaria de saber se ttºcom o zoladex 10mg a cada 3 meses e fazendo o controle do PSA a cada mês o paciente tem cura? Veja tudo
  1. Responda   Pergunta  :    Meu pai teve cancer de prostata e fez cirurgia radical. Após um ano em acompanhamento o PSA hoje com taxa de 16 e tomografia do abmone: conclusão:linfonodomegalia retroperitoneal. O ttº tem cura? Veja tudo
  1. Responda   Pergunta  :    podera uma pessoa com linfoma de hodking grau 4 depois dos tratamentos curar-se ? ( 2 Respostas ) Veja tudo
  1. Responda  :    olha estou passando por uma situação assi, e descobri um site muito interessante, vc pode procurar no google como abrale associacão de apoio ao linfoma e leucemia. lá ha varios depoimentos de pessoas q se curaram mesmo em estágios avançados. bjs espero ter ajudado. quarta-feira, 21 de setembro de 2011
  1. Responda  :    Sempre Há vida enquanto há esperança! Confie em Deus, SEMPRE!! Abraço Daniela quinta-feira, 11 de agosto de 2011
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