Cirurgiões americanos estão usando células vivas do fígado para forrar
um fígado
artificial. É um emaranhado de tubos finos similar ao que substitui o órgão enquanto o paciente se recupera de alguma doença ou espera um transplante. As complexas células do fígado realizam várias funções ao mesmo tempo, desde neutralizar toxinas até preparar glicose para ser usada como combustível por todo o organismo, ou seja é difícil ser substituídas por artificiais. Por isso, foram retiradas células do fígado de ratos, mergulhando-as no sangue desses animais, para que não, perdessem o hábito de trabalhar. Em seguida foram misturadas com colágeno, a proteína capaz de costurar
uma célula na outra. O coquetel resultou em uma gelatina que permitiu que grudassem nas paredes do fígado artificial. Está sendo construído um aparelho cerca de 100 vezes maior que o dos roedores, que será testado no homem, desta vez com células humanas.
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