Uma vez que os componentes do conreaceptivo apenas simulam a ação dos hormônios naturais, a mulher que toma o medicamento tem a chamada menstruação artificial. A pílula atua ainda em outra frente: altera a composição do muco cervical, tornando-o hostil á movimentação e sobrevivência dos espermatozóides. Mas em termos de eficácia, a pílula continua imbatível, se usada corretamente
seu índice de falha é de menos de 1%, conforme a Associação Médica Americana. Está provado que a pílula pode agravar certas doenças. Para mulheres que se enquadram nos casos abaixo, seu uso é desaconselhável.
Incompatíveis :
Hipertensão arterial
Diabetes
História de enfarte
Trombose
Hiperlipedemia ( aumento de gordura no sangue)
Dicrásias sanguíneas ( alteração na coagulação)
Insuficiência renal
Insuficiência hepática
Sangramento vaginal de origem desconhecida
História de câncer, sobretudo nos genitais e mamas
Otosclerose ( distúrbio na audição )
Epilepsia
Fumantes acimados 35 anos
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