Álcool, pior para as mulheres Uma carência de
enzimas talvez explique por que as
mulheres ficam tontas com
bebida mais depressa do que os
homens e sua embriagues dura mais tempo. Segundo estudo realizado em conjunto por pesquisadores da Mount Sinai,
escola de
medicina de NY, EUA e Escola de Medicina de Trieste na Itália, concluiu-se que as mulheres tem no estômago uma quantidade muito menor da enzima protetora de álcool dehydrogenase, que reduz a absorção do álcool, amenizando seus efeitos. Por esse motivo as mulheres recebem cerca de 30% a mais de álcool na corrente sangüínea. Levando-se em conta a diferença de peso entre a média dos homens e mulheres, 50
ml de bebida teriam na mulher um efeito semelhante á 100 ml no homem de acordo com a pesquisa.
Médicos do hospital das Clínicas em SP não descartam a hipótese das enzimas. E acrescentam outros fatores do álcool como a distribuição de água e gordura no corpo. A mulher possui um número maior de células gordurosas, o que retém o álcool no organismo e pode provocar um desgaste muito acelerado, ingerido constantemente por anos a fio, ele danifica o cérebro e o sistema nervoso, além de prejudicar outros órgãos, e se for consumido por mulheres grávidas pode causar sérias deficiências no feto. Para que isso não aconteça a solução é simples e econômica : evitar beber.
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