Partindo do facto de se constatar que, as pessoas que apresentam níveis de DHA (ácido docohexanóico) mais elevados no sangue,
são menos afectados pela
demência e sofrem menos ataques cardíacos, cientistas dos Estados Unidos estão a realizar um estudo, que durará cerca de dezoito meses, e que vai permitir saber qual é, na verdade, o efeito real deste ácido no retardamento da doença de Alzheimer. O DHA é um ómega-3 que se encontra em peixes como o salmão e a sardinha, nozes, avelãs e soja. No corpo humano este ácido, um protector das células nervosas, concentra-se na zona cinzenta do cérebro e na retina do olho.