Densitometria Óssea é um exame simples e rápido, que detecta o seu grau de osteoporose. Este exame é feito através de um aparelho capaz de determinar a massa óssea de alguns ossos do seu corpo, verificando assim a quantidade de perda óssea e o risco de fratura. O exame é fácil, indolor, não requer nenhuma preparação especial e nem estar em jejum. Pode ser feito com qualquer roupa, evitando-se apenas botões, fechos e fivelas de metal. No dia da realização do exame se estiver a fazer uso de medicamento que contenha cálcio, é recomendável não tomá-lo. O que o exame pode mostrar: Detectar baixa densidade óssea antes de ocorrer fraturar; confirmar um diagnóstico de osteoporose numa
pessoa que já teve
uma fraturar; determinar a taxa de perda óssea quando o teste é feito anualmente e controlar os efeitos do
tratamento em controles anuais. A Osteoporose é uma doença causadora do enfraquecimento dos ossos, que pode levar as fraturas espontâneas ou com pequenos esforços. Outra definição, segundo Zerbini 1998, é uma doença ósseo-sistêmica, caracterizada por uma diminuição da massa e deterioração da microarquitetura do tecido ósseo com o conseqüente
aumento da fragilidade do osso e suscetibilidade de fraturas.
Normalmente, a parte interna do osso parece uma esponja. Com a osteoporose é como se os buracos na esponja começassem a ficar maiores e mais numerosos. Os ossos ficam com as suas resistências diminuídas e muito mais sensíveis a fraturas. A osteoporose progride sem sintomas ou dor até que ocorra fratura, geralmente na bacia, coluna ou punho. Esta doença é um dos maiores problemas de saúde pública no Brasil, com um terço das
mulheres na menopausa, sendo afetada e, dentre essas, metade desenvolve fraturas. Segundo dados do IBGE, a osteoporose tenderia a aumentar entre os brasileiros, de 7.5 milhões em 1980 para 15 milhões em 2000. Contudo, a falta de prevenção da osteoporose deverá resultar em algum tipo de fratura para a metade das mulheres ao redor dos 70 anos e para dois terços aos 80 anos de idade. Entre americanos, é a doença de ossos mais comum entre as mulheres. Estima-se que é a causa de mais de 1,5 milhões de fraturas por ano, onde 300 mil em bacia, 700 mil nas vértebras, 250 mil nos punhos e 300 mil de fraturas em outras partes do corpo. É a enfermidade considerada, o segundo problema de saúde pública nos EUA em mulheres, com um custo para os cofres americanos em cerca de 13,8 bilhões de dólares por ano, e sem tratamento e triagem estima-se custos de 30 bilhões de dólares por em 2020.
Apesar de a osteoporose afetar mais da metade da população feminina acima de 65 anos, o homem também é atingido. Quando certos fatores de risco estão presentes, a probabilidade de apresentar osteoporose aumenta. Por isso, é importante determinar o risco de apresentar a doença e tomar as medidas preventivas. As causas da osteoporose estão mais relacionadas com a menopausa e a idade avançada. As conseqüências da osteoporose incluem: dor, deformidades na coluna, diminuição da altura, invalidez e perda da independência, no caso de algumas fraturas.
As medidas preventivas compreendem a ingestão de quantidade adequada de cálcio, exercícios físicos, a correção de hipoestrogenismo e o controle dos fatores que favorecem as fraturas. A osteoporose pode ser evitada se a perda óssea for detectada cedo, através da densitometria óssea.
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