Procurar
×

Registrar-se

Use sua conta no Facebook para registrar-se mais rápido

ou

Criar uma conta no Shvoong começando do zero

Já é um Membro? Entrar!
×

Entrar

Entrar usando sua conta no Facebook

ou

Não é um membro? Registrar-se!
×

Registrar-se

Use sua conta no Facebook para registrar-se mais rápido

ou

Entrar

Entrar usando sua conta no Facebook

Shvoong Home>Medicina E Saúde>Resumo de Cirúrgia mamária

Cirúrgia mamária

Resumo do Livro   por:nessinha     Autor : artigo
ª
 
As mulheres que decidem modificar o volume dos seios fazem-no essencialmente por razões estéticas. Embora, muitas vezes, a opção se escude em razões clínicas para não assumir claramente a razão estética.

No entanto, há situações em que mulheres com seios grandes e pesados têm problemas de colu­na: sentem tendência para posições que cedem ao volume e peso do peito, o que origina mal-estar. A cirurgia surge como correcção de posições, satisfação pessoal e melhores condições de vida.
Menos falada que o aumento dos seios, a redução mamária, é uma cirurgia procurada, geralmente, pelas mulheres com mais de 40 anos, mas que pode ir até aos 60 ou 70 anos. Porém, as jovens, entre os 18 e os 20 anos, que têm problemas de hipertrofia mamária, podem também querer reduzir os seios, justificando-se a necessidade da intervenção cirúrgica».

A cirurgia que visa diminuir o peito, nas suas diferentes técnicas, tem o mesmo objectivo: resolver a insatisfação física/clínica da mulher.

«O mamilo tem de ser mantido vivo, através de um pedículo vascular, que o irriga. É aqui que as opções diferem: pode ser utilizado um só pedículo, inferior ou superior, ou dois pedículos. Para mamas maiores, há técnicas preferíveis e para as mais petosadas, mais descaídas do que volumosas, poder-se-á optar por outras.
«Cada cirurgião utiliza a técnica que considera melhor. No fundo, resume-se a retirar grande parte da mama e tecido gordo, para depois se reconstruir o formato da mesma, mantendo sempre o complexo aureolo-mamilar viável e com sensibilidade.»

Quando questionado sobre os cuidados a ter no pós-operatório, o especialista afirma serem, «sobretudo, o uso de um sutiã de contenção para que a mama se mantenha moldada e posicionada no local para onde foi transposta. E, naturalmente, durante os primeiros tempos não fazer esforços, não pegar em pesos, havendo também alguma limitação na condução automóvel. A partir das três semanas, regra geral, a mulher já faz a sua vida normal».

No que diz respeito à diminuição de volu­me e peso do peito, a mulher sentir-se-á muito mais aliviada.

O cirurgião informa que «os resultados são quase sempre satisfatórios e a mulher sente-se mais gratificada.

O senão desta cirurgia são as cicatrizes que resultam da intervenção, já que esta se faz à custa de cicatrizes que são visíveis e que podem ter uma evolução mais ou menos favorável. Depende da pessoa, das características da pele e sua capacidade de regeneração. As mulheres podem ficar um pouco desgostosas, mas na maioria dos casos o resultado é gratificante. O médico tem a obrigação de alertar as pacientes e informar que após a operação isso pode acontecer».

Publicado em: 06 março, 2008   
Por favor, avalie : 1 2 3 4 5
Traduzir Enviar Link Imprimir
X

.