Os
leucócitos são a defesa do organismo contra agentes infecciosos e substâncias estranhas. Para defender o corpo adequadamente, uma quantidade suficiente de leucócitos deve estimular as respostas apropriadas, ir aonde são necessários e, em seguida, matar e digerir os organismos e as substâncias prejudiciais. Como todas as células sangüíneas, os leucócitos são produzidos na
medula óssea.
Uma
contagem elevada de leucócitos (leucocitose) com freqüência assinala uma infecção, como, por
exemplo, um abscesso, meningite, apendicite ou amigdalite. Uma contagem
alta de leucócitos pode também
resultar de leucemia e necrose tecidual devido à queimaduras, infarto do miocárdio ou gangrena.
Uma contagem diminuída de leucócitos (
leucopenia) indica depressão da medula óssea, que pode resultar de infecções virais ou de reações tóxicas, como, por exemplo, as que acompanham o tratamento com antineoplásicos, ingestão de mercúrio ou outros metais pesados, ou exposição ao benzeno ou arsênicos. A leucopenia caracteristicamente acompanha influenza, febre tifóide, sarampo, hepatite infecciosa, mononucleose e rubéola.
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