Descobrir o paradeiro de objetos desaparecidos costuma ser
trabalho de detetives, não de terapeutas. A menos que eles seja peritos em hipnose. No início dos anos 80, o médico Ernest Rossi teve que ajudar Mary, uma velha senhora com problemas de
memória, a
lembrar onde escondera os
ingressos da família para um show de Michael Jackson. Bastou uma sessão de hipnose para
Descobrir que os ingressos tinha sido colocados por Mary detrás dos jogos de lençóis, no armário, seu "esconderijo sagrado" na casa.
Já a terapeuta Pat Love ajudou Marvin, um adolescente, a recuperar seu emprego numa lanchonete. Ele havia sido acusado de desviar dinheiro do caixa. No
transe, o garoto conseguiu lembrar em detalhes vívidos tudo o que tinha acontecido enquanto ele atendia o caixa no seu turno. De repente, Marvin viu a si mesmo se afastando do caixa para
colocar no forno alguns pães de hambúrger e pedindo a Carl, seu colega de trabalho, que atendesse um cliente. O que não tinha sido registrado conscientemente apareceu de forma cristalina no transe: na hora de dar o troco, Carl aproveitou para colocar um punhado de dólares no bolso. Bem que poderiam utilizar tal método no combate ao crime, não acham?
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