OSTEOPOROSE
A osteoporose é uma doença do esqueleto na qual ocorre uma perda excessiva de osso que, por sua vez, conduz a alterações estruturais e a
ossos demasiado porosos. Os ossos ficam frágeis e mais susceptíveis a quebrar-se.
Esta doença, é mais frequente nos indivíduos idosos, e será cada vez mais no futuro, uma vez que é, fundamentalmente, dos indivíduos idosos, e estes são cada vez em maior número.
Esta doença é mais frequente nas mulheres do que nos homens. Após a menopausa, 1 em cada 4 mulheres sofre de osteoporose. As mulheres de raça branca, as mais magras, as de baixo estatura e que levam uma vida mais sedentária, têm maior risco de vir a sofrer de osteoporose.
CAUSAS
A osteoporose resulta de um desequilíbrio entre as células formadoras de osso e as células responsáveis pela sua destruição, envolvidas no ciclo normal de formação e reabsorção óssea.
A perda de massa óssea torna-se tão grave que até mesmo as actividades da vida diária, que impõem um esforço mínimo nos ossos, podem originar a sua fractura.
Há diversas causas de osteoporose e daí a sua classificação em primária e secundária.
Osteoporose primária: Osteoporose simples, pós-menopáusica ou de tipo I, que é devida a factores hormonais, que se traduz, por uma diminuição dos níveis sanguíneos de estrogénios.
Osteoporose secundária ou de tipo II: Está associada ao envelhecimento, atingindo indivíduos de ambos os sexos com mais de 70 anos de
idade. A principal causa pode ser a idade, que determina uma menor absorção do cálcio.
SINTOMAS
Fracturas com pequenos traumatismos (especialmente das vértebras, anca e punho); Perda de altura superior a 2,5 cm Deformações ósseas (Aparecimento de corcunda ou ombros descaídos para a frente); Dor nas costas, súbita, intensa e inexplicável.
PREVENÇÃO DA OSTEOPOROSE Há diversas
medidas que podem contribuir para prevenir, ou pelo menos retardar, a perda progressiva de osso que ocorre com o avanço da idade.
Para além do exercício físico e de uma dieta adequada, essas medidas incluem as medidas preventivas realizadas pelo doente e a detecção precoce, da responsabilidade do médico.
FORMAS DE TRATAMENTO:
•Aumento da ingestão de cálcio e de
vitamina D;
•Terapêutica hormonal de substituição;
•Moduladores selectivos dos receptores estrogénicos inibem a destruição óssea; •Calcitonina (uma hormona produzida pelas glândulas para-tiróides) inibe os osteoclastos; •Bifosfonatos inibem os osteoclastos; Aumento da actividade física em complemento da terapêutica.
Nas pessoas mais idosas, com mobilidade reduzida e com propensão para
quedas, são equacionados os usos de suplementos de cálcio e de vitamina D, o uso de protectores das ancas e medidas de prevenção das quedas.
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