Com mais chances de
ter complicações na
gravidez, as gestantes de
tipo sanguíneo
RH NEGATIVO, podem ''a partír da oitava semana, através de exame
de sangue, detectar o fator sanguíneo do filho. Se o bebe herdou do pai o
RH POSITIVO,
a
incompatibilidade com a mãe pode trazer riscos.
Quando ocorre a incompatibilidade, o sistema imunológico materno cria
anticorpos para atacar as células sanguíneas do feto responsáveis pelo transporte do
oxigenio pelo corpo. O dano mais comum é a chamada doença
Hemolítica do recem-
nascido, que provoca inchaço no fígado e no baço e até anemia severa, podendo ocorrer
também retardo mental e insuficiência cardíaca. Dependendo da seriedade do caso a
transfusão de sangue do feto é a única forma de garantir sua sobrevivência.
Cerca de 15% das gestantes são portadoras do
RH NEGATIVO. Se o pai for
RH POSITIVO, a chance de o filho herdar o mesmo fator é de no mínimo 50% e a
probabilidade de haver incompatibilidade varia de 2% a 3%. O problema maior é na
segunda gravidez, pois o corpo materno já teve tempo de desenvolver anticorpos
suficientes contra o
RH POSITIVO do feto.
No caso de incompatibilidade, uma injeção para neutralizar os anticorpos
que agem contra o feto pode ser indicada na 28a. semana e depois do parto.
Se a mãe for portadora de
RH NEGATIVO e o filho tambem, mesmo sendo
o segundo filho, a gravidez será mais tranquila, porém há a necessidade de um pré-natal
mais cuidadoso.