Estatinas, drogas usadas para reduzir o colestetol, protegeriam contra a doença, de acordo com pesquisa.
Medicamentos
que ajudam no tratamento do colesterol alto podem ajudar a proteger contra o mal de Alzheimer, segundo um estudo da Escola de Medicina da Universidade de Washington, nos Estados Unidos. Na última edição da revista especializada Neurology, os pesquisadores afirmam ter descoberto as primeiras provas de que medicamentos do grupo das
estatinas (usados por milhões de pessoas no mundo) podem impedir a doença.
A autora do novo estudo, Gail Li, afirma que a sua pesquisa foi a primeira a comparar os cérebros de pessoas que receberam as estatinas com os cérebros de pessoas que não receberam. A equipe da professora-assistente de psiquiatria e ciências comportamentais da Universidade de Washington em Seattle realizou autópsias em cérebros de 110 pessoas com idades entre 65 e 79 anos, que doaram seus cérebros para pesquisa depois de suas mortes. Estas pessoas eram normais, sem problemas cognitivos, quando se inscreveram em um programa de estudos voltado para adultos.
A autora do novo estudo, Gail Li, afirma que a sua pesquisa foi a primeira a comparar os cérebros de pessoas que receberam as estatinas com os cérebros de pessoas que não receberam. A equipe da professora-assistente de psiquiatria e ciências comportamentais da Universidade de Washington em Seattle realizou autópsias em cérebros de 110 pessoas com idades entre 65 e 79 anos, que doaram seus cérebros para pesquisa depois de suas mortes. Estas pessoas eram normais, sem problemas cognitivos, quando se inscreveram em um programa de estudos voltado para adultos.
Assim, o futuro para os doentes de Alzheimer parece promissor.
Pessoas com Alzheimer são diferentes. Estatinas provavelmente ajudam mais a evitar a doença em certos tipos de pessoas do que em outras", disse Gail Li. "Algum dia, poderemos saber de forma mais precisa quais indivíduos vão se beneficiar de quais tipos de estatinas para evitar as mudanças do mal de Alzheimer", acrescentou.