O consumo de medicamentos antidepressivos aumentou 45% nos últimos cinco anos,segundo dados do Instituto Nacional da Farmácia e do Medicamento (Infarmed ).
Os ansiolíticos e tranquilizantes seguem a mesma tendência de subida.
A Ordem dos Farmacêuticos considera preocupante o aumento dos números sobre o consumo de anti-depressivos e defende que se a informação disponibilizada aos médicos for melhorada talvez seja possível combater esta tendência.
Por outro
lado o Bastionário da Ordem dos Médicos, não se mostrou surpreendido e aponta a crise económica para
justificar alguma pressão psicológica sobre a população.
O bastonário destaca ainda dois factores para justificar o aumento: por um lado, o facto de, em Portugal, não haver dificuldade na obtenção de medicamentos nas farmácias e, por outro, a falta de tempo nas consultas para uma conversa mais aprofundada entre médico e doente.
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