Estudos recentes levados a cabo pela Universidade de Edimburgo, no Reino Unido, permitiu concluir que as pessoas que sofrem
de doença
bipolar perdem tecido cerebral nas áreas que controlam a memória, o reconhecimento facial e a coordenação, o que os leva a perder funções
cerebrais com o passar do tempo. A perturbação bipolar caracteriza-se pela alternância entre períodos de depressão e euforia podendo também provocar alucinações e tendência para o suicídio. Não se conseguiu ainda, no entanto, perceber se essa perda de tecidos cerebrais é uma causa da doença ou antes uma consequência da mesma.