Quando é pequeno o tumor pode ser isolado e arrancado numa cirurgia. Tumores maiores porém exigem a retirada de boa parte
ou de toda a
mama, que pode ser reconstituída numa plástica, que são combinadas com rádio e quimioterapia. A incidência de cura tem subido, mas o diagnóstico tem que ser precoce.
Uma geneticista da Universidade da Califórnia, provou em 1990 que o gene do câncer de mama estava em algum lugar no cromossomo 17. Algumas mulheres apresentavam câncer nos seios e nos ovários ao mesmo tempo. A partir daí, não cansou de procurar o gene culpado, mas o endereço exato ainda não foi encontrado.