Foi reconhecida a porção de DNA culpada por uma doença que atinge uma a cada 8
mulheres no mundo. Cinco % já nascem com o
DNA defeituoso. Nas demais, o defeito pode aparecer mais tarde, provocados por fatores como radiação. Os pesquisadores sabiam que o gene associado ao câncer de mama estava em algum lugar na metade inferior do cromossomo 17 e também que
mulheres com mutações nessa região tem 85% de chance de desenvolver a doença. Era preciso vasculhar uma molécula de DNA com milhões de subunidades, os chamados pares de base e daí saber qual o grupo de pares, formando um gene, seria o famoso BRCA 1. Foi examinando amostras de sangue de pessoas pertencentes a famílias com grande incidência de câncer. Foi estudado casos de certas famílias mórmons em Utah. Em algumas chegavam a existir 40 mulheres com câncer de mama. Num futuro próximo, qualquer mulher poderá saber se carrega ou não tal gene com 1 simples exame de sangue, mas nada garante evitar o câncer, pelo menos por enquanto. É necessário saber também o que ativa o gene que também é suspeito de causar câncer de ovário.