O primeiro tratamento genético para combater o
mal de Parkinson proporcionou
uma melhora significativa em todos os pacientes que participaram do teste, segundo a revista médica britânica " The Lancet".O teste clínico, em sua prima fase,era destinada sobre tudo a determinar as condições de segurança do processo. Mas, um ano depois do início do tratamento, seus benefícios nos 12 doentes participantes não deixaram margens a dúvidas. Os pacientes melhoraram o controle dos movimentos e, com a
ajuda de tomografias, os pesquisadores também observarãm uma melhora na atividade do sistema nervoso central. O mal de Parkinson é o resultado da perda de células nervosas em uma região do cérebro conhecida como "substantia nigra" ( substância negra, em latim). As células em questão são responsáveis pela produção de dopamina, mensagueiro químico do cérebro que ajuda numa série fundamental de comandos nervosos, entre eles a controle dos movimentos musculares. Outro problema do mal de Parkinson é a produção insuficiente de
Um segundo mensageiro químico chamado Gaba.
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