Em
uma sociedade justa e ordeira, é preciso compreender os entraves da justiça humana. Muitas vezes ouvimos falar, que as decisões judiciais demoram uma eternidade, que uma determinada ação ao sair já não nos interessa mais. Portanto não podemos ir com muita sede ao pote. Esta sensação de justiça é experimentada como em uma boca e garganta que implora de sede, isso é, acompanhada de um desejo imperioso de ingerir líquido, a “sede de direito”. Com os nossos direitos, precisamos não ter este levante de secura, contudo mostrando-nos acautelado e com muito sôfrego e pouco ponderado e imprudente, para que está sede de justiça, não termine em vingança descontrolada da busca do direito liquido é certo, trazendo Antônio Nobre, Só, p. 43. "Dar de comer a quem tem fome, / Dar de beber a quem tem sede...." Se temos o direito bom, comemos dentro do
prazo, se não, o
tempo nos deixa com sede, e ficarmos de boca aberta,
sem saciarmos nossa sede e fome, por conta de uma postura adormecida, o prazo nos ocasiona uma aversão de nos alimentarmos dos nossos direito. Então se tem prazo e tempo, vá buscá-lo em quanto é tempo, pois o fastio e a secura do direto andam de mãos atadas. Por conseguinte, não ocorrendo em nosso a favor o prazo e o tempo, daí às vezes culpamos os servidores da justiça, levando a uma postura sem ética, às vezes denunciamos a própria
sorte, demonstrando deste
modo valores pequenos. A carta magna nos assegura o direito de irmos atrás do nosso direito, sinalizando para fazermos o ajustamento do que de verdade nos pertence, e quando o prazo e o tempo nos pertences e são claros por demais, a sede de justiça estar caracterizada ao nosso favor. Mas precisamos, buscá-lo com sabedoria, e não ficarmos criticando com condutas desonestas e desmoralizantes, aos que faz com que o tempo e o prazo se findem. Precisamos afinal, termos a consciência que o nosso direito é bom, quando agregamos valores e sustentações fortes, com isto à sede de justiça estará dentro do prazo e do tempo, ai sim, a secura de buscar o direito estar sinalizada, porém o certo é que apenas ter o direito não é direito, o importante é saber usar o andamento e seu limite.
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